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Justiça

Três vereadores cassados conseguem liminar no TSE para se manter no cargo

18 dezembro 2013 - 18h00
Uma decisão que seria possivel e até previssivel, foi proclamada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que concedeu há pouco liminar que mantém os vereadores Thais Helena (PT), Paulo Pedra (PDT) e Delei Pinheiro (PSD) no cargo até o julgamento final do processo por compra de votos, que os levaram a perda do mandato em instância regional. O vai e volta dos caminhos ou brechas e instâncias da Justiça brasileira, barra cassação dos mesmos e diplomação de novos vereadores de Campo Grande, que aconteceria amanhã, conforme programado pelo TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral) e divulgado pela 'A Critica' e imprensa em geral nesta tarde de quarta-feria (18).
 
Os parlamentares recorreram a Brasília e assim, a ação 'continuou', apesar da cassação efetivada no TRE-MS. A decisão é do Ministro Henrique Neves da Silva, que paralisa, a efetivação dos suplentes anunciados esta tarde pelo TRE-MS. Alex do PT, José Eduardo Cury (PTdoB) e José Chadid (ex-PSDB), respectivamente, suplentes dos nomes acima, não poderão ser empossados no cargo.
 
Quanto ao vereador Alceu Bueno (PSL), que foi o quarto cassado, mas teve julgamenteo em separado dos outros três e um  dia depois, ainda não teve disponibilizada nenhuma decisão quanto ao seu recurso.
 
Ainda na luta
 
Os três vereadores receberam a noticia e podemos resumir o sentimento de todos, como em um alívio geral e que há momento de ampliar o julgamento, que pode ter sido prejudicado, com sentimento 'pessoal' dos juizes locais e que agora podem continuar na luta pelos mandatos.
 
Delei Pinheiro pontuou, "agora o Superior vai julgar lá novamente, porque o que eu percebi que por aqui teve muito relacionamento e não foi imparcial. A Justiça tarda, mas não falha”, avaliou.
 
Para Thais Helena, vai ficar comprovado que não houve compra de votos. "Tudo o que foi encontrado foi devidamente declarado na prestação de contas que foi aprovada. Estou muito tranqüila para recorrer e tenho convicção que nada disso aconteceu”, garantiu.
 
Paulo Pedra definiu a liminar como um alívio. “Graças a Deus tem a última instância para julgar e isso nos deixa aliviados. O TSE está fazendo justiça com a gente. Querem ganhar o cargo no tapete e não no voto. Aqueles que achavam que já estavam no cargo, irão ter que esperar sua vez na eleição”, criticou.
 
 
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