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VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Lei Maria da Penha está entre as três melhores do mundo no combate à violência contra a mulher

7 agosto 2020 - 11h19 Por Rosana Siqueira

A Casa da Mulher Brasileira celebra as conquistas e avanços da Lei Maria da Penha, que completa hoje (7) 14 anos de existência. A lei é um marco no combate à violência contra a mulher. Para celebrar a data e fortalecer a luta contra a violência doméstica, a ex-subsecretária de Políticas para a Mulher da prefeitura de Campo Grande e ex-vereadora da Capital Carla Stephanini foi a entrevistada desta sexta-feira no programa Giro Estadual de Notícias.

"Temos que destacar a importância da Lei no combate e enfrentamento à violência contra as mulheres no nosso País. Hoje a lei que completa 14 anos e está entre as três melhores do mundo neste sentido. A partir da Maria da Penha, a legislação trouxe uma luz a este fenômeno da vida da mulher no espaço onde ela deveria se sentir segura, a casa o lar. Neste espaço é justamente onde ocorrem as maiores violências", salientou Carla.

Ela destaca que normalmente as mulheres tem uma relação de casamento como sendo de afeto com seus companheiros e sofre várias violências. "Por isso é importante dizermos que a lei Maria da Penha considera o crime contra a mulher. Ela traz as formas desta violência. Antes não tínhamos isso especificado, a violência moral, física, patrimonial e psicológica".

A ex-subsecretária de Políticas para a Mulher da prefeitura de Campo Grande e ex-vereadora da Capital Carla Stephanini

Carla afirma ainda que a lei é extremamente necessária para enfrentar a violência no âmbito domestico e familiar. "Vemos esforços de ampliar serviços de proteção a mulher. Ampliar delegacias de atendimento a  mulher. Podemos dizer que a lei prevê ainda a reeducação do autor de violência, do agressor. Ou seja tudo isso traz para nossa sociedade a importância e relevância da lei. Ela é amplamente conhecida no nosso país. Ela traz as medidas protetivas e elas tem salvado vidas. Impedem que o agressor se aproxime da vítima, retira a arma do agressor. Ou seja tem vários mecanismos que contribuem para que a mulher rompa o ciclo da violência", sinalizou.

A entrevista completa da ex-subsecretária da Casa da Mulher você confere no player.

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