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PANDEMIA

Opas: Brasil ainda não superou pandemia e precisa avançar em testes

Durante entrevista coletiva da entidade, Espinal disse que alguns dados recentes poderiam mostrar que a curva de contágios no Brasil caminharia para um "achatamento".

11 agosto 2020 - 12h35
Diretor do Departamento de Doenças Transmissíveis da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Marcos Espinal
Diretor do Departamento de Doenças Transmissíveis da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Marcos Espinal - (Foto: Arquivo)

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Diretor do Departamento de Doenças Transmissíveis da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Marcos Espinal afirmou nesta terça, 11, que o Brasil ainda tem "uma alta taxa de positivos nos testes para covid-19, em alguns Estados de mais de 20%" do total realizado. Diante disso, ele disse que é "crucial continuar a implementar" testes, aumentando sua disponibilidade em solo nacional. "É preciso garantir que os testes estejam amplamente disponíveis para a população", ressaltou.

Durante entrevista coletiva da entidade, Espinal disse que alguns dados recentes poderiam mostrar que a curva de contágios no Brasil caminharia para um "achatamento". Segundo ele, porém, os números do país também sugerem "inconsistência" e mostrariam a necessidade de que se aumentem os testes para haver um panorama mais claro sobre a doença. "Não pensemos que o Brasil está fora do problema", advertiu.

Espinal disse que é preciso levar em conta o tamanho do território, com algumas regiões em situação pior do que outras. Ele citou "alto número de casos e de mortalidade" em Estados como "São Paulo, Minas Gerais e outros". "Ainda não é uma curva que podemos dizer que está achatada", afirmou sobre o quadro geral dos novos casos em solo brasileiro.

Diretor assistente da Opas, Jarbas Barbosa
Diretor assistente da Opas, Jarbas Barbosa

Diretor assistente da Opas, Jarbas Barbosa falou sobre a situação mexicana. Segundo ele, o país também precisa ampliar os esforços para testar mais casos suspeitos da doença. "Há Estados do México com tendência muito forte de crescimento da covid-19", notou.

Em outro momento da coletiva, Barbosa foi questionado sobre a possibilidade de que a vacina BCG pudesse dar algum tipo de imunidade para o novo coronavírus. Segundo ele, o tema é alvo de vários estudos, mas não há nenhuma conclusão até agora para apoiar essa conclusão. "De modo algum quem tomou essa vacina pode se considerar seguro contra a covid", disse.

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