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MS registra queda na taxa de mortalidade infantil, mas média de óbitos está acima da taxa nacional

O Estado ficou em 10º como a menor taxa de mortalidade infantil, mas acima da taxa nacional que foi de 11,9 óbitos para cada 1 mil nascidos vivos

26 novembro 2020 - 09h50Carlos Ferreira
A menor taxa de mortalidade infantil foi encontrada no Estado do Espírito Santo, 7,8 óbitos de crianças menores de 1 ano para cada 1 mil nascidos vivos
A menor taxa de mortalidade infantil foi encontrada no Estado do Espírito Santo, 7,8 óbitos de crianças menores de 1 ano para cada 1 mil nascidos vivos - (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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Mato Grosso do Sul está entre os dez Estados do País, que registrou a menor taxa de mortalidadade entre crianças abaixo de um ano. Em 2019, a taxa de mortalidade infantil caiu. Em 2018, de cada mil nascidos vivos, 13,2 não completavam um ano de idade. Em 2019, esta taxa foi de 12,9 por mil, diminuição de 2,3% em relação ao ano anterior.

O Estado ficou em 10º como a menor taxa de mortalidade infantil, mas acima da taxa nacional que foi de 11,9 óbitos para cada 1 mil nascidos vivos. A menor taxa de mortalidade infantil foi encontrada no Estado do Espírito Santo, 7,8 óbitos de crianças menores de 1 ano para cada 1 mil nascidos vivos, e a maior pertenceu a Amapá, 22,6 por mil, uma diferença de 14,8 por mil.

Se compararmos com os países que compõem os BRICS, estamos mais próximos da China com uma mortalidade infantil de 9,9 por mil. A Rússia possuía uma taxa de 5,8 por mil, e Índia e África do Sul, com taxas de 32,0 e 27,2 por mil, respectivamente, para o período de 2015-2020.

Expecativa de vida -  A expectativa de vida ao nascer, que foi de 76,3 anos, significou um aumento de 13,4 anos para ambos os sexos, frente ao indicador se comparado em 1980 no Estado. Todas as idades foram beneficiadas com a diminuição dos níveis de mortalidade, principalmente as idades mais jovens, faixa onde se observa os maiores aumentos nas expectativas de vida.

Para a população masculina, o aumento foi de 3 meses e 7 dias passando de 72,6 anos para 72,9 anos, em 2019. Já  para as mulheres, o ganho foi um pouco menor. Em 2018, a expectativa de vida ao nascer era de 79,7 anos, se elevando para 79,9 anos em 2019 (exatos 2 meses e 23 dias maior).

Considerando os valores das expectativas entre homens e mulheres, uma recém-nascida no Estado esperaria viver em média sete anos a mais que um recém-nascido do sexo masculino. Os maiores diferenciais de mortalidade por sexo refletem os altos níveis de mortalidade de jovens e adultos jovens por causas violentas, que incidem diretamente nas magnitudes das esperanças de vida ao nascer da população masculina.

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