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Em live, médicos Celso e Maristela Tabosa defendem tratamento precoce contra Covid-19

Os dois profissionais fazem parte da ação “Médicos pela Vida”, que está disponibilizando gratuitamente receitas para a aquisição do “Kit Covid”

9 agosto 2020 - 14h36Da redação
O casal de médicos Celso Ogatha Tabosa (alergista e imunologista) e Maristela Harume Ogatha Tabosa (cardiologista) partipou de debate online a fim de divulgar o tratamento precoce em Campo Grande (MS).
O casal de médicos Celso Ogatha Tabosa (alergista e imunologista) e Maristela Harume Ogatha Tabosa (cardiologista) partipou de debate online a fim de divulgar o tratamento precoce em Campo Grande (MS). - (Foto: Arquivo)
O FLOR DA MATA - NOTICIAS

Durante live promovida no último sábado (08/08) pelo site Guaicurus News, o casal de médicos Celso Ogatha Tabosa (alergista e imunologista) e Maristela Harume Ogatha Tabosa (cardiologista) defendeu um protocolo para tratamento precoce contra o novo coronavírus (Covid-19). Os dois integram o grupo “Médicos pela Vida”, que conta com mais de 300 profissionais de saúde de Campo Grande (MS) defensores do tratamento precoce contra a Covid-19.

Segundo o médico alergista e imunologista Celso Tabosa, a humanidade está lidando com um vírus extremamente contagioso e capaz de levar à morte pessoas com baixa imunidade. “Não podemos abrir mão de cuidados preventivos, como uso de máscaras, luvas, aventais e isolamento social. Nós também pregamos que a utilização de alguns medicamentos ajuda a prevenir que a população avance para as fases mais críticas da doença”, declarou.

Confira:

A médica cardiologista Maristela Tabosa completa que o grupo “Médicos pela Vida” atua para que a população sem muitos recursos posso ter acesso mais preciso e dinâmico ao tratamento precoce contra a Covid-19. “Somos mais de 300 profissionais recomendando esse tratamento precoce, que já deu certo em várias cidades do mundo, reduzindo o avanço da pandemia”, citou, alertando que o vírus usa o organismo humano como hospedeiro e a falta de controle pode levar mais pessoas à morte.

Ela explica que o tratamento precoce, que consiste no uso de combinações de hidroxicloroquina, azitromicina, zinco, ivermectina e vitamina D, consegue reduzir significativamente o índice de internação, desafogando os sistemas de saúde, e também diminui o número de óbitos. “A Covid-19 age muito rápido no organismo humano e engana até os médicos. Quando começam os sintomas gripais, o tempo é muito curto para agir e, por isso, é importante o tratamento precoce já no primeiro dia dos sintomas”, destacou.

Maristela Tabosa acrescenta que, depois de 24 horas do aparecimento dos sintomas o paciente não melhorar, de tem de fazer outros exames, como raio x e tomografia de tórax. “Se em dois dias não melhorar, o paciente já passa para a fase dois da doença e necessita de um tratamento mais agressivo e monitorado pelo médico. Em 48h, se não melhorou, tem de ir para os outros exames para determinar a próxima conduta médica e, muitas vezes, acaba sendo internado”, alertou.

Celso Tabosa reforça que o vírus é trifásico e, por isso, a pessoa tem de agir na primeira fase com o tratamento precoce, impedindo que a doença evolua. “A medicação precoce, em 48h, evita a complicação. Sem ela, a pessoa acaba em internação e intubação”, pontuou, revelando que, dos 350 casos submetidos ao tratamento precoce, ou seja, nos primeiros dias da manifestação da doença, a recuperação foi de 100%. “Depois que entra no 4º dia de sintomas, a recuperação fica mais complicada”, acrescentou, recomendando o uso de hidroxicloroquina, zinco, ivermectina e vitamina D no período inicial da doença.

A médica cardiologista avalia que, se as autoridades deixarem o vírus à vontade, a pandemia vai ficar fora de controle. “Por isso, nós, do ‘Médicos pela Vida’, procuramos agir, diminuindo a chance de o paciente não ser tratado. Nós criamos um canal de telemedicina para viabilizar as receitas médicas para a compra dos medicamentos do chamado Kit Covid, pois eles têm de ser ministrados no primeiro dia do sintoma, passando disso, só o tratamento hospitalar pode ajudar. As pessoas têm de ter em casa uma reserva de cinco dias de tratamento e, por isso, vamos disponibilizar as receitas”, avisou.

Sobre o risco da doença nas crianças, o médico alergista e imunologista revela que, inicialmente, se achava que elas não pegavam a Covid-19. “Porém, logo se descobriu isso era um erro e as crianças podem pegar sim. Por isso, tem de ter todos os cuidados, quem trabalha fora, ao chegar em casa, tem de tirar o sapato e a roupa, tomar um banho e, só depois, entrar em contato com elas. As crianças também devem usar máscaras, lavar as mãos, passar álcool em gel, ter uma boa alimentação, rica em frutas e legumes, tomar sol, ter boas noites de sono, ou seja, medidas básicas que são importantes”, recomendou.

A respeito de pessoas que já tiveram a Covid-19 e pegarem novamente a doença, Celso Tabosa explica que é raro, mas há casos de reinfecção. “Alguns têm imunidade, enquanto outros não, portanto, podemos ter pessoas que não adquiriram imunidade e podem pegar novamente, embora. Se a pessoa teve os sintomas iniciais e agora está bem, tem de ficar atenta, se fez o tratamento padrão, teve algum problema e não eliminou a doença, tem de ficar atenta com os sintomas, tem de complementar na medicação, caso os sintomas voltem, tudo é uma questão de decisão do médico”, contou.

Com relação à possibilidade de a Covid-19 deixar sequelas, ele revelou que é possível, pois a doença pode afetar o cérebro e o coração. “Ainda não tive nenhum caso de sequela. Tem um caso que estou acompanhando e a paciente ficou bem clinicamente, mas a radiologia mostrou que tem bastante alteração nos pulmões, com várias lesões. Tive de entrar com corticoide e agora vamos esperar, mas isso pode ser considerada uma sequela, mas pode ser que limpe tudo. Temos de esperar”, detalhou.

Maristela Tabosa completa que todo processo inflamatório deixa uma cicatriz se inflamar muito. “O pulmão vira uma borracha, o cérebro e o coração também podem apresentar problemas. Temos relatos de sequelas graves, mas, graças a Deus, as muitas pessoas que nos procuraram, via telemedicina, não tiveram sequelas. Por isso, recomendo uso de óculos com vedação lateral ou viseira facial para quem trabalha em ambientes de risco. Não se pode brincar, é muito contagioso, ambiente fechado é muito perigoso, se você prevê, mas se previne, você consegue enfrentar essa doença. Tem de aceitar usar os óculos, as máscaras, fazer o tratamento precoce, aceitar e ser rápido, tem de procurar um médico, pois muitas vezes há uma negação e isso pode ser fatal”, reforçou.

A médica cardiologista também respondeu um questionamento sobre o pedido de decretação de lockdown em Campo Grande. “Na prática, essa medida pode ser até mais prejudicial. O certo é distribuir o Kit Covid para não se ter tanta contaminação, pois, temos percebido na prática que a contaminação nas empresas, que seguem os protocolos de biossegurança, é pequeno, tendo até casos de empresas que teve zero contaminação. Muitas contaminações ocorreram mais nas residências das pessoas, do que nos locais de trabalho. Portanto, nessas horas, o bom senso é muito importante e, parar tudo, pode provocar um caos econômico e social, sendo até pior que os efeitos do próprio vírus na vida de muitas pessoas”, analisou. 

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