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Casos de síndrome respiratória voltam a subir mais de 50% em MS desde julho

Campo Grande figura entre as quatro capitais que apresentou forte crescimento nas últimas seis semanas, conforme os dados divulgados pela Fiocruz nesta quinta-feira (26)

26 novembro 2020 - 09h00Carlos Ferreira
Ao lado de Campo Grande, Belo Horizonte (MG), Salvador (BA) e Maceió (AL) são os quatro municípios que mais tiveram aumento de casos
Ao lado de Campo Grande, Belo Horizonte (MG), Salvador (BA) e Maceió (AL) são os quatro municípios que mais tiveram aumento de casos - (Foto: Marcelo Casal Jr./ABrasil)
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Mato Grosso do Sul está figurando entre os Estados do País que apresentou o crescimento de 50% ou mais nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) desde julho. Campo Grande figura entre as quatro capitais que apresentou forte crescimento nas últimas seis semanas, conforme os dados divulgados pela Fiocruz nesta quinta-feira (26).

Ao lado de Campo Grande, Belo Horizonte (MG), Salvador (BA) e Maceió (AL) são os quatro municípios que mais tiveram aumento de casos. São Paulo (SP), Curitiba (PR), Natal (RN), Palmas (TO), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA) e Vitória (ES) foram classificadas como cidades com sinal moderado de crescimento no mesmo período. O aumento de casos foi observado em 12 capitais, e com sinais de forte tendência ou moderada de alta, e em 21 das 27 unidades federativas.

Há Estado que tiveram alta de casos de Srag em todo o território, como Acre, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins. Em Santa Catarina, seis das sete macrorregiões apontam alta.

No Alagoas, Ceará, Espírito Santo, em Minas Gerais, no Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Paraná, Rio Grande do Sul e em São Paulo, o aumento ocorreu em 50% ou mais do estado. Bahia, Rio de Janeiro e Maranhão têm um terço do território com tendência de alta, e Goiás e Mato Grosso, 20% do território.

Até o momento, foram reportados 565.312 casos de Srag no país, dos quais 309.507 (54,7%) tiveram resultado laboratorial viral. Dos casos positivos, 97,7% (300.222) foram causados pelo coronavírus Sars-CoV-2.

De acordo com a Fiocruz, a Srag é caracterizada por tosse, dor de garganta e falta de ar, e pode ser causada por diversos fatores, inclusive vírus respiratórios.

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