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SÁUDE

Campo Grande sobe 19 posições e ultrapassa média nacional em cobertura da atenção básica na saúde

A média de 75,3% de cobertura da atenção primária em saúde de Campo Grande supera a média nacional, de 74,5%

18 setembro 2020 - 16h11Da redação
Mais de 700 profissionais da saúde foram contratados nos últimos anos
Mais de 700 profissionais da saúde foram contratados nos últimos anos - Divulgação
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Campo Grande subiu 19 posições no ranking de cobertura da atenção básica e primária de saúde, feito pelo Ministério da Saúde, nos últimos quatro anos e é atualmente a 8ª capital brasileira com a melhor taxa. A média de 75,3% supera cobertura nacional, de 74,5%.

Com média de mais de duas unidades de saúde novas nos últimos quatro anos e mais onze transformadas em outras modalidades de atendimento para melhoria na prestação do serviço à população, a capital sul-mato-grossense teve o melhor avanço na cobertura da atenção básica de saúde em todo o Brasil. Atualmente são 71 unidades em funcionamento e outra que será entregue no início do mês que vem.

A melhora significativa é resultado de uma série de medidas tomadas pela prefeitura nesse período, como a contratação de novos profissionais, realização de concursos, sendo um deles com mais de 630 vagas somente para a área da saúde, destravamento de obras, expansão de equipes da saúde da família e residências médicas e multiprofissionais.

Desde o certame de 2019, onde 633 profissionais seriam convocados para trabalhar na Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), a pasta já convocou 738 aprovados. Há também a apresentação de outros profissionais selecionados de concursos anteriores e que ainda estão vigentes e o cadastro de médicos temporários.

Foram mais de 700 pessoas convocadas até o momento, àqueles que assumiram seus cargos já reforçam o atendimento à população nas nossas unidades de saúde. Parte delas integram equipes de saúde da família que estavam defasadas e hoje estão completas.

A integração educação e trabalho na rede municipal de saúde também tem ampliado o atendimento à população, criando um vínculo entre profissionais e pacientes, além de oferecer a oportunidade desses terminarem o período de residência com o título de especialistas. São diversos programas de residências médicas e multiprofissionais, em parceria com as universidades públicas locais e a Fundação Oswaldo Cruz.

Outra medida que influenciou na melhora da cobertura da atenção básica em Campo Grande foi o destravamento de obras, onde unidades que estavam há anos em processo de construção foram inauguradas nesse período. Uma delas é a USF Benedito Martins Gonçalves, no Bairro Oliveira II, que estava paralisada desde 2016 e hoje atende mais de 12 mil pessoas.

Dentre essas reformas nos atendimentos está a ampliação no número de equipes da saúde da família, que eram 99 e passaram a ser 174. Essas equipes aumentam o vínculo com o paciente, já que é discriminado um determinado médico, dentista e enfermeiro, por exemplo, para cada área, fazendo com que se tenha um atendimento mais personalizado.

Há também os programas de incentivo à saúde, como o “Saúde na Hora”, onde as unidades que são certificadas passam a atender em horário estendido. Assim, quem passa o dia inteiro trabalhando, e, normalmente, volta para casa somente no horário que a unidade mais próxima já está fechada, consegue ter o atendimento necessário.

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