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POLÍTICA

Wajngarten reage a assalto e corre armado atrás de suspeito em SP

Secretário-executivo do Ministério das Comunicações disse que assaltante tentou levar seu relógio e fugiu depois que ele sacou uma arma

6 agosto 2020 - 21h20
Wajngarten correu atrás do suposto assaltante por cerca de dois quarteirões
Wajngarten correu atrás do suposto assaltante por cerca de dois quarteirões - (Foto: Reprodução / Twitter)

O secretário executivo do Ministério das Comunicações, Fábio Wajngarten, reagiu nesta quinta-feira, 6, a um assalto no bairro dos Jardins, na zona oeste de São Paulo. Armado, ele perseguiu o suspeito, até que uma pessoa que estava na rua passou uma rasteira no homem, que caiu. Wajngarten o dominou e acionou a Polícia Militar, que levou todos para o 78ª DP. O suspeito foi identificado como Otílio Feitosa Souza, de 30 anos. Motoboy, acabou detido em flagrante por tentativa de roubo.

Segundo a delegada Zuleika Gonzalez Araújo, Wajngarten estava na rua Bela Cintra, por volta do meio-dia, quando foi abordado por Souza, que desceu de uma moto e pediu o relógio do secretário, insinuando estar com uma arma. O advogado do suspeito, Edson Costa, disse que Souza negou o crime. Wajngarten disse que tem porte de arma há mais de um ano. Segundo a polícia, a situação dele está regular.

De acordo com a delegada, o suspeito tem passagens pela polícia por porte ilegal de arma de fogo e outro roubo. Otílio deve ser transferido para o 77º DP e de lá será encaminhado para uma audiência de custódia.

Nas redes sociais, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, deu "parabéns" ao secretário.

A recomendação da polícia e de especialistas em segurança pública, porém, é que nunca se reaja a um assalto. Para o ex-secretário nacional de Segurança Pública e coronel da reserva da PM paulista José Vicente da Silva Filho, o erro de Wajngarten foi ter corrido atrás do assaltante, enquanto ele deveria ter ligado para a polícia e identificado o indivíduo. "Ele abandonou uma situação defensiva e entrou em uma via aberta, onde o sujeito poderia ter comparsas armados. Dar rasteira e prender o suspeito não é papel do cidadão. É uma reação não recomendada e que expôs ele a extremo perigo."

(Colaborou Bianca Gomes)

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