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eleições na câmara

Voto presencial na eleição da Câmara vai parar no STF

Após pressão de apoiadores de Arthur Lira, Mesa Diretoria tinha definido que eleição seria estritamente presencial

21 janeiro 2021 - 06h33
Eleição para escolher nova direção das duas Casas legislativas está marcada para 1º de fevereiro
Eleição para escolher nova direção das duas Casas legislativas está marcada para 1º de fevereiro - (Foto: Maryanna Oliveira/Agência Câmara)

A disputa pelo comando da Câmara já chegou à Justiça. O presidente do PDT, Carlos Lupi, e o deputado Mário Heringer (PDT-ES) pediram ontem a interferência do Supremo Tribunal Federal (STF) para que a votação no próximo dia 1º de fevereiro seja virtual para os deputados do grupo de risco da covid-19.

Após pressão de apoiadores da candidatura de Arthur Lira (PP-AL), a Câmara decidiu na segunda-feira, 18, que a eleição para a sucessão de Rodrigo Maia (DEM-RJ) será em votação estritamente presencial. A decisão foi tomada em reunião da Mesa Diretora da Casa, com votos contrários de Maia e também de Heringer, que é médico e o relator da questão.

Maia estudava a possibilidade de realizar um formato misto de eleição, liberando a votação virtual para o grupo de risco. Segundo ele, cerca de 2 mil servidores precisam ser mobilizados no dia.

PSL

Lira, que recebeu apoio formal do PTB nesta terça, 19, disse neta quarta, 20, que a adesão do PSL à sua candidatura "é fato consumado". Segundo o deputado, ele já tem maioria dentro do partido, que estava dividido e havia anunciado apoio a Baleia Rossi (MDB-SP). "Havia aquelas questões internas (no PSL) de suspensões, mas nós não concordamos com a decisão monocromática. Encontramos politicamente uma outra forma. Essa questão está resolvida", afirmou.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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