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Política

Só eleitor consciente bane maus políticos da vida pública, diz Fábio Trad

3 março 2014 - 17h12
É deputado federal por MS
É deputado federal por MS - Divulgação
Cassems
A crise na representação democrática, um fenômeno mundial que também se reproduz no Brasil, expressa nas manifestações e protestos nas ruas, não é consequência apenas de regras do sistema político que geram o distorções com o favorecimento de quem tem mais recursos, em detrimento dos candidatos com ideias e propostas, segundo opinião manifestada pelo deputado federal Fábio Trad (PMDB) em pronunciamento na Câmara, para quem as verdadeiras transformações políticas, devem começar pelo eleitor, não pelos eleitos.
 
“O eleitor, quando não exerce seu direito de voto de forma crítica e com consciência cidadã, é decisivo para que representantes sem compromisso com o interesse público conquistem espaço. Afinal, mandato não se faz por decreto, depende do voto popular. Ou seja, se temos maus políticos, deduzimos, que há eleitores desavisados que os escolheram”, comenta o parlamentar.
 
O deputado não acredita que as mudanças efetivas possam surgir de iniciativas dos próprios políticos, mas sim, a partir de uma tomada de posição dos eleitores. Para Trad não há uma “reforma política milagrosa” que isoladamente seja capaz de promover uma mudança deste cenário que desgasta o sistema democrático diante da sociedade,o ponto de partida “é uma atitude mais politizada do cidadão” na hora de exercer o seu direito de voto.
 
“Ninguém questiona que há reformas a serem promovidas no sistema, mas o cidadão tem em suas mãos o poder para promover esta transformação que tanto reclama. Quanto mais crítico, participante for o eleitor, menor será o desgaste para a democracia”. Trad reconhece que esta nova tomada de consciência do eleitor não é rápida, depende de um processo educativo lento e progressivo.
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