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LAVA JATO

PGR pede perda do mandato de Vander Loubet ao Supremo

Foram 99 denúncias por lavagem de dinheiro e 11 por corrupção.

15 janeiro 2016 - 09h07Da redação com informações de Claúdio Humberto.
NA DENÚNCIA CONTRA DEPUTADO DO PT, PROTOCOLADA EM 17 DE DEZEMBRO, PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA AFIRMA QUE O PARLAMENTAR RECEBEU R$ 1,028 MILHÃO EM PROPINAS NA BR DISTRIBUIDORA
NA DENÚNCIA CONTRA DEPUTADO DO PT, PROTOCOLADA EM 17 DE DEZEMBRO, PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA AFIRMA QUE O PARLAMENTAR RECEBEU R$ 1,028 MILHÃO EM PROPINAS NA BR DISTRIBUIDORA - Divulgação
O FLOR DA MATA - NOTICIAS

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que decrete a perda do mandato do deputado federal Vander Loubet (PT-MS). Ele é alvo da Operação Lava Jato por suposto recebimento de propinas que somaram R$ 1,028 milhão em esquema de corrupção na BR Distribuidora.

São 99 denúncias contra Loubet por lavagem de dinheiro e outras onze por corrupção passiva. O documento foi protocolado no STF no dia 17 de dezembro de 2015. Janot pediu ainda a decretação da perda em favor da União dos bens e valores objeto de lavagem de dinheiro no caso, judicialmente apreendidos ou sequestrados, no valor originário total de R$ R$ 1.028 milhão, a ser acrescido de juros e correção monetária.

Para Janot, o petista tem ligação com ‘grupo criminoso’ que repassava a ele valores ilícitos ‘em função da ascendência que o Partido dos Trabalhadores exercia sobre parte da Petrobras Distribuidora S/A’.

“O parlamentar, em conjunto com seus auxiliares, acabou aderindo à organização criminosa preordenada à prática de crimes de peculato, de corrupção ativa e passiva e de lavagem de dinheiro no âmbito da BR Distribuidora”, assinala o procurador-geral.

A PGR quer condenação do petista e de outros denunciados – inclusive familiares de Loubet e o empresário Pedro Paulo Leoni –, ‘à reparação dos danos materiais e morais causados por suas condutas’, fixando-se um valor mínimo de cinco vezes o montante cobrado a título de propina no caso, no total de R$ 5,14 milhões ‘já que os prejuízos decorrentes da corrupção são difusos’.

Ascendência do PT

Janot afirma que as investigações do Inquérito 3990/DF ‘evidenciaram que, para que o grupo criminoso em questão atuasse, era necessário o repasse de valores ilícitos para o deputado federal Vander Loubet, em função da ascendência que o Partido dos Trabalhadores exercia sobre parte da Petrobras Distribuidora S/A’.

Na denúncia contra Vander Loubet, o procurador dedica um capítulo para as diretorias da BR ‘controladas pelo PT’. “Em razao de o Partido dos Trabalhadores deter praticamente metade da BR Distribuidora, Pedro Paulo Leoni Ramos tinha que repassar parte das vantagens indevidas também ao deputado federal petista Vander Loubet. Em compensação, Pedro Paulo tinha plena liberdade para implementar o esquema criminoso na Petrobrás Distribuidora S/A, chegando a atuar inclusive nas diretorias politicamente indicadas pelo PT.”

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