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RECURSOS DO FCO

Para empresários, R$ 23 milhões do FCO vão ajudar a amenizar a crise financeira

A liberação desse montante foi oficializada, nesta quinta-feira (03/12), em cerimônia na Eco Máquinas, localizada no Polo Empresarial Norte de Campo Grande.

3 dezembro 2015 - 13h06Da redação, com informações da assessoria
Segundo o superintendente estadual do Banco do Brasil, Evaldo Emiliano de Souza, a instituição tem buscado, de forma efetiva, a aproximação com o setor produtivo
Segundo o superintendente estadual do Banco do Brasil, Evaldo Emiliano de Souza, a instituição tem buscado, de forma efetiva, a aproximação com o setor produtivo - Divulgação
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Os R$ 23 milhões que serão disponibilizados pelo Banco do Brasil via FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) para capital de giro vão ajudar os empresários do comércio e da indústria a amenizarem o cenário de crise financeira deste fim de ano, de acordo com a avaliação das lideranças da Fiems, Fecomércio-MS, Faems e Sebrae/MS.

A liberação desse montante foi oficializada, nesta quinta-feira (03/12), em cerimônia na Eco Máquinas, localizada no Polo Empresarial Norte, na saída para Cuiabá, em Campo Grande (MS), com a assinatura do termo de cooperação entre o Banco do Brasil, CEIF/FCO (Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) e representantes do setor produtivo estadual.

Segundo o superintendente estadual do Banco do Brasil, Evaldo Emiliano de Souza, a instituição tem buscado, de forma efetiva, a aproximação com o setor produtivo, oferecendo mais agilidade nas suas ações. “Essa iniciativa é fruto da articulação das entidades que pleitearam a obtenção desses recursos para superar o momento de crise e potencializar as oportunidades desse celeiro de fartura que é Mato Grosso do Sul”, afirmou, acrescentando que a linha de crédito terá como limite de teto máximo R$ 200 mil por estabelecimento para beneficiar o maior número possível de empresas, além de taxa de juro de 0,91% ao mês e até seis meses de carência para começar a pagar.

Na avaliação do coordenador do CEIF/FCO e secretário estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, o recurso chega em boa hora. “Nós temos que utilizar todos os recursos oferecidos pelo FCO para que não sejam direcionados para outros Estados do Centro-Oeste e, por isso, esse dinheiro tem que estar contratado pelos empresários, que são a razão da existência dessa linha de financiamento. Com essa iniciativa do BB e Federações, será possível disponibilizar, de maneira rápida, esses recursos financeiros tão importantes neste momento em que passa a economia estadual e nacional”, declarou.

Federações

O presidente da Fiems, Sérgio Longen, ressaltou a importância do atendimento do pleito pelo BB e CEIF/FCO e reforçou que o recurso vai estimular a competitividade. “Ideal seria chegar no fim de 2015 sem precisar utilizar nenhuma linha de crédito, mas, em razão do desmantelo da política, nós temos que buscar alternativas para sobreviver. O descontrole das contas públicas vem sendo repassado à sociedade e às empresas, o que diminui a competitividade, dificulta as vendas e acaba por provocar demissões. Porém, nós acreditamos que é na dificuldade que se gera as oportunidades e precisamos provar a capacidade de gestão de cada empresa”, avaliou.

Para o presidente da Fecomércio-MS, Edison Araújo, os recursos irão ajudar a economia e o desenvolvimento do Estado. “Os recursos têm que ser utilizados para investimentos, mas a aplicação dos R$ 23 milhões para capital de giro até o dia 31 de dezembro vai dar oportunidade de tirar os empresários do sufoco e fomentar a nossa economia”, falou. O presidente da Faems, Alfredo Zamlutti, salientou que a crise só pode ser enfrentada com trabalho. “O que precisamos é confiança no setor financeiro e dinheiro para trabalhar. Não é a crise que derruba a gente. Então, é um momento de felicidade para o empresário sério e correto”, disse.

Já o superintendente do Sebrae/MS, Cláudio Mendonça, falou da união das instituições e representantes do Governo para a construção de uma grande aliança com foco no desenvolvimento do Estado. “Nesse momento muito difícil, as empresas estão sofrendo para se manter e fazer um trabalho diferente. Queremos ver propostas efetivas como essa de hoje para que possamos encontrar uma saída para a crise”, afirmou.

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