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MARCHA DOS PREFEITOS

Maia: parcelamento de dívidas municipais vai ajudar retomada do investimento

16 maio 2017 - 17h03
Brasília - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, durante entrevista fala sobre a aprovação da reforma trabalhista ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasília - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, durante entrevista fala sobre a aprovação da reforma trabalhista ( Marcelo Camargo/Agência Brasil) - Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse hoje (16) que o parcelamento das dívidas dos municípios relativas a contribuições previdenciárias vai permitir que as prefeituras voltem a fazer investimentos e melhorar o ambiente econômico para a sociedade e o governo. A medida foi assinada hoje pelo presidente Michel Temer e beneficia também estados e o Distrito Federal. 

“Acho que era uma necessidade para muitos prefeitos que receberam as suas cidades em uma situação muito ruim. Esse parcelamento é fundamental para que os prefeitos possam reorganizar as suas contas e voltar a cumprir as funções que cabem aos municípios brasileiros. Isso ajuda a melhorar o ambiente na sociedade brasileira”, disse.

A dívida das prefeituras com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) chega a quase R$ 75 bilhões. De acordo com a Medida Provisória, os débitos previdenciários serão parcelados em 200 meses, com 25% a menos de encargos e multas, além da redução de 80% dos juros.

O parcelamento foi anunciado na abertura da 20ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que é promovida pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e deve reunir mais de 5 mil prefeitos na capital. Como ocorre todos os anos, os administradores municipais apresentam demandas aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Oposição

A medida foi criticada pela oposição ao governo na Câmara. Para o líder do PT, deputado Carlos Zarattini (SP), a iniciativa visa agradar a base aliada em troca do apoio na votação da reforma da Previdência. “O que o governo quer é agradar essa base parlamentar para que ela aprove um projeto que não tem nenhum respaldo no povo brasileiro. O governo sabe que não tem 308 votos para aprovar essas medidas [número de votos necessários para que a proposta seja aprovada]. E está tentando reverter essa situação", disse.

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