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Política

Delcídio defende união para incrementar navegação nas hidrovias

21 fevereiro 2014 - 15h30
Delcídio do Amaral no workshop
Delcídio do Amaral no workshop - Divulgação
O senador Delcídio do Amaral (PT/MS) defende um trabalho conjunto dos governos de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Paraná, Rondônia, Tocantins e Minas, e dos deputados e senadores que representam esses estados em Brasília (DF), para adotar medidas necessárias a incrementar a utilização da Hidrovia Tietê-Paraná, que atravessa cinco estados,  tem aproximadamente 2,4 mil quilômetros de vias navegáveis, e é capaz de transportar até 11,5 milhões de toneladas de cargas por ano.
 
“A nova legislação que aprovamos recentemente no Congresso Nacional facilita e incentiva a utilização dos portos, inclusive os fluviais, e representa um grande avanço para o Brasil. Depois dessa conquista, não podemos criar uma regulamentação que promova entraves nesse esforço para melhorar o escoamento dos nossos produtos. As bancadas dos estados que utilizam a hidrovia e os próprios governos estaduais têm que trabalhar de forma articulada focando esse objetivo: eliminar regras que prejudicam a ampliação da navegação no Rios Paraná e Tietê, e também no Rio Paraguai, para alavancar o desenvolvimento de toda a região”, afirmou o senador ontem
 
A afirmação foi dado ao participar,  a convite  do presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (Fiems) Sérgio Longen, do Workshop Hidrovia Tietê-Paraná - Avanços e Novos Investimentos, no auditório do Sest-Senat em Três Lagoas.
 
O evento contou com a presença do superintendente de navegação interior da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Adalberto Tokarski, do secretário de infraestrutura de Mato Grosso do Sul, Edson Girotto, da prefeita Márcia Moura (PMDB),  de técnicos do governo federal e dos estados atingidos, além de prefeitos e vereadores da região.
 
Para o senador, as características de MS favorecem o desenvolvimento do transporte hidroviário. “O nosso estado é como a Mesopotâmia. Está situado entre dois rios importantes, o Paraná e o Paraguai, que na verdade são duas grandes hidrovias ainda pouco exploradas. E nós temos que priorizar modais que oferecem custos menores, como a hidrovia , para baratear o custo do frete e aumentar a competitividade dos nossos produtos”, afirmou.
 
“É muito bom  ver a Federação das Indústrias sendo protagonista na discussão de temas que vão mudar Mato Grosso do Sul e o Brasil. Esse encontro é mais um fruto do Projeto Centro-Oeste Competitivo, que foi promovido pela Fiems e a Famasul, para listar as obras necessárias e projetar uma matriz com eixos de integração, além de permitir a redução dos custos logísticos e aumentar a competitividade de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal. A idéia de se criar um Programa de Aceleração do Crescimento das hidrovias é muito boa e vai ser levada ao governo federal. Sou soldado dessa causa porque não tenho dúvida de que o maior desafio do Brasil é a logística”, concluiu o senador.
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