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OITIVAS

Comissão do Impeachment ouve mais testemunhas de Dilma nesta quinta

Hoje serão ouvidas cinco pessoas a favor da presidente afastada

16 junho 2016 - 09h31Da redação, com informações de Claúdio Humberto
Lindbergh Farias (PT-RJ) conversa com relator Antonio Anastasia (PSDB-MG).
Lindbergh Farias (PT-RJ) conversa com relator Antonio Anastasia (PSDB-MG). - Divulgação

A Comissão Especial do Impeachment no Senado ouve nesta quinta-feira (16) mais cinco testemunhas de defesa da presidente afastada Dilma Roussef. A sessão começa às 10h

Serão ouvidos Luiz Claudio Costa, ex-secretário-executivo do Ministério da Educação; Wagner Vilas Boas, ex-secretário-executivo-adjunto do Ministério da Educação; Iara Ferreira Pinheiro, subsecretária de Planejamento e Orçamento do Ministério da Educação; Felipe Daurich Neto, diretor do Departamento de Programas Sociais da Secretaria do Orçamento Federal; e Clayton Luiz Montes, diretor do Departamento de Programas Econômicos da Secretaria do Orçamento Federal.

Ontem a sessão foi movimentada. Foram ouvidos Cilair Rodrigues de Abreu, ex-secretário-adjunto da Secretaria de Orçamento Federal; José Geraldo França Diniz, ex-subsecretário de Orçamento e Administração do Ministério da Previdência Social; Walter Baere de Araújo Filho, consultor jurídico do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; e Hipólito Gadelha Remígio, consultor de Orçamentos do Senado.

Na comissão ontem houve bate-boca. A defesa da presidente Dilma Rousseff, representada pelo ex-ministro da Advocacia-Geral da União (AGU) José Eduardo Cardozo, disse que vai recorrer para que a testemunha Cilair Rodrigues de Abreu tenha um novo depoimento marcado. Segundo ele, faltou tempo para que a testemunha respondesse à todas as perguntas.

Os senadores petistas Lindbergh Farias (RJ) e Gleisi Hoffmann (PR) concordaram e reclamaram da falta de tempo. Segundo eles, o tempo foi insuficiente. A jurista Janaina Paschoal, que apresentou o pedido de impeachment de Dilma, rebateu os argumento e disse que o tempo foi suficiente, mas a testemunha foi teórica. "Isso é estratégia da defesa para ganhar tempo e recorrer de tudo que conseguir. O tempo foi igualmente para todos. Eles (PT) querem que o processo não termine", criticou.

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