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Polícia

PF realiza Operação Sede Campestre em MS e SP

9 dezembro 2009 - 17h54
Fort  Atacadista - 21 ANOS

  A ação policial se deu no Mato Grosso do Sul, nas cidades de Ponta Porã e Dourados, e em São Paulo, nas cidades de Jundiaí, Mirandópolis, São José do Rio Preto, Taubaté, Cabreúva e Campinas.

  A Operação Sede Campestre desarticulou uma quadrilha de traficantes internacional de drogas, da qual faziam parte brasileiros e paraguaios que agiam na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero e em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, bem como em São Paulo, onde a droga era recepcionada por membros da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), processada e distribuída para compradores de São Paulo e do Rio de Janeiro.

 A Operação contou com o efetivo de mais de 50 policiais nos estados envolvidos.

  O principal integrante da organização criminosa utilizava uma empresa de fachada (farmácia) na cidade de Ponta Porã/MS para realizar a movimentação financeira da organização, procurando assim ludibriar a ação policial.

  Também já havia sido preso em flagrante pela Polícia Federal em outra oportunidade juntamente com outros elementos, quando foi apreendido entre outros objetos, cerca de aproximadamente oitocentos quilos de cocaína.

  Nesta data foram cumpridos 17 mandados de prisão, 6 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela Justiça Federal de Ponta Porã além do bloqueio de contas correntes dos integrantes da organização.

  Em Mato Grosso do Sul os mandados foram cumpridos nas cidades de Ponta Porã e Dourados, já no estado de São Paulo foram cumpridos nas cidades de Araçatuba, Campinas, Jundiaí, São José dos Campos e São José do Rio Preto.

  As investigações tiveram início a mais de sete meses e já haviam resultado na prisão de vários integrantes do “esquema” onde pelo menos 14 pessoas foram presas, 6 veículos e grande quantidade de entorpecente e apreendidos diversos produtos, para aumentar a quantidade da droga.

  Um dos presos no interior de São Paulo, fazia uso de documentos falsos, pois já era foragido da Justiça por ser acusado da morte de um Policial Civil paulista na cidade de Tatuí, no ano de 2003.

  Os integrantes do PCC realizavam o pagamento da droga aos fornecedores da região fronteiriça de Ponta Porã/MS e de Pedro Juan Cabalerro/PY de várias formas, entre elas, depósitos bancários, dinheiro em espécie, veículos legalizados,roubados ou provenientes de “golpe do seguro”, sendo que esses últimos eram negociados no Paraguai.

  Durante o cumprimento de um Mandado de Prisão e de Busca e Apreensão na cidade de São José do Rio Preto/SP, policiais flagraram um dos integrantes da organização PCC na posse de crack .

  Em menos de 60 dias é o segundo proprietário de farmácia preso em Ponta Porã por envolvimento com o tráfico internacional de drogas.

  O nome da Operação faz alusão a um “camping” no interior do estado de São Paulo onde a cocaína era recepcionada e armazenada em Chalés nos quais a droga era “batizada” (misturada com outras substâncias) pelos membros da organização, visando aumentar seu volume.

  Após esse processamento era redistribuída para traficantes (membros da organização) do interior do estado de São Paulo, responsáveis pela comercialização.

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