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Operação combate sonegação de impostos em 15 lojas do "comércio chinês" no Centro de Campo Grande

A operação vai continuar amanhã (29)

28 setembro 2020 - 16h45Carlos Ferreira
Em alguns casos mais graves, teve estabelecimento com alvará de localização e funcionamento vencido e a venda de óculos de grau sem a necessidade de apresentação de receita de especialista
Em alguns casos mais graves, teve estabelecimento com alvará de localização e funcionamento vencido e a venda de óculos de grau sem a necessidade de apresentação de receita de especialista - (Foto: Ilustração/Valter Campanato/ABrasil)
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Aconteceu até o fim da tarde de hoje (28), uma operação em oito lojas no Centro de Campo Grande para apurar combate de sonegação de impostos e proporcionar garantia ao consumidor. Amanhã mais sete estabelecimentos serão vistoriados.

Entre as várias irregularidades detectadas nas lojas fiscalizadas, o destaque fica por conta da não emissão de notas ou cupons fiscais de venda, o que dificulta para o consumidor a troca  do que foi adquirido caso tenha algum problema.

Participam da operação a Dedfaz (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Defraudações, Falsificações, Falimentares e Fazendários), Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo) e o Procon Estadual.

Em alguns casos mais graves, teve estabelecimento com alvará de localização e funcionamento vencido e a venda de óculos de grau sem a necessidade de apresentação de receita de especialista. Também, foram  encontrados, em grande número, produtos à vendas sem informações em português. 

Houve o descarte da maioria dos produtos  para não terem condições de voltar às gôndolas e, em outros, de apreensão das mercadorias estabelecendo os responsáveis pelas lojas como fiéis depositários. 

“Fizemos oito autos de infrações e tiramos diversos produtos sem informações e vencidos das prateleiras. São denúncias de consumidores que pedem cupom fiscal e muitos estabelecimentos não fornecem o documento. As lojas já foram autuadas e a punição pode chegar até R$ 50 mil pelo Procon”, explica o superintendente do Procon Estadual, Marcelo Salomão.

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