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EM CORONEL SAPUCAIA

Homem que foi assassinado em fronteira, bebia cerveja em conveniência no momento do ocorrido

Conforme as informações de testemunhas que estavam no local, dois homens chegaram em uma moto e o garupa desceu com uma pistola na mão e atirou em Aníbal

9 novembro 2020 - 08h40Da Redação
Anibal foi executado a tiros
Anibal foi executado a tiros - (Foto: Das Ruas)

Aníbal Ortiz, 45, foi assassinado a tiros na tarde de ontem (8) em Coronel Sapucaia, a 400 km de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai. O crime aconteceu no momento em que a vítima bebia cerveja em uma conveniência na região central do município logo depois de um ato político.

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Conforme as informações de testemunhas que estavam no local, dois homens chegaram em uma moto e o garupa desceu com uma pistola na mão e atirou em Aníbal.

Os tiros atingiram também João Tavares da Silva, 62, esposo da candidata a prefeita Cláudia Maciel (PSD). Ele levou um tiro na boca, além de Luciana Antunes Lopes, 21, que foi atingida com um tiro em um dos pés e Carlos Alberto de Andrade, 50, que também levou um tiro no rosto e precisou ser trazido para Capital. As outras vítimas foram levadas para o Hospital Municipal de Coronel Sapucaia e depois transferidos para Ponta Porã.

Aníbal é tio de um candidato a vereador na coligação da candidata a prefeita Claudinha Maciel (PSD), mas ele não participava da adesivagem. No momento do ocorrido, ele tomava cerveja com amigos em uma conveniência.

Cláudia disputa a eleição com o atual prefeito Rudi Paetzold (MDB) e Patrick Pereira (DEM).

"Está dificil falar. Estamos fazendo um campanha justa, e tínhamos um adesivagem no nosso município. Eu estava em uma reunião, mas sabia que os apoiadores já estavam se deslocando para a praça. Às 15h recebi a informação de que o tio de um dos candidatos da nossa coligação estava morto. Balearam o rosto do meu marido e um companheira que trabalha no comitê", afirma a candidata a prefeitura de Coronel Sapucaia em vídeo publicado nas redes.

Por meio de nota, a assessoria da Polícia Civil afirmou que investiga o caso. "Não é possível afirmar se o crime foi cometido por motivação política", diz.

O senador Nelson Trad Filho (PSD) anunciou que vai ajudar no que for preciso para elucidar o atentado. E lamentou a violência na cidade que faz fronteira entre Mato Grosso do Sul e o Paraguai.

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