22 de outubro de 2020 Grupo Feitosa de Comunicação
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Odontologia

Vigilância e Conselho Regional de Odontologia fecham clínica no Marajoara

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O auxiliar de protético Rubens Alves da Silva, 51 , tem quatro clínicas para tratamento dentário espalhadas por Campo Grande com o nome Intra Oral. A informação é do CRO (Conselho Regional de Odontologia), que na última quarta-feira,8, fez nova operação conjunta com a Vigilância Sanitária e fechou uma dessas clínicas, na Avenida dos Cafezais, bairro Marajoara. Essa é a segunda clínica de propriedade de Silva interditada desde 29 de junho, quando fiscais do CRO e a Vigilância fecharam o estabelecimento da Rua Pirituba, Bairro Guanandi.
De acordo com o fiscal do CRO, Wantuil dos Santos, quando foi feita a operação na clínica do Guanandi foi constatado que Silva era o proprietário de outros três estalecimentos: no Bairro Marajoara, outro na Rua Minas Novas, Jardim Cidade Morena e outra clínica que funciona no centro da cidade, na Rua 15 de Novembro.
Depois de denunciarem o auxiliar por exercício ilegal da profissão de dentista, os fiscais do CRO passaram a fiscalizar os outros pontos. Santos revela que a clínica da Rua 15 de Novembro mantém os serviços no local normalmente e que a do Jardim Cidade Morena teve a placa com o nome Intra Oral retirado.
Já no estabelecimento do Bairro Marajoara, havia uma placa com o nome Odonto Classe que foi pintado recentemente. No entanto, a inscrição antiga, com o nome Intra Oral, ainda é aparente. Quando os fiscais chegaram na clínica não havia pacientes em atendimento e o profissional  não estava.
Uma secretária, que não quis se identificar, disse que desde segunda-feira a clínica pertence a José Dionízio e tem como profissional  Fernanda Pires. Trata-se de um local irregular porque não tem licença da prefeitura e tampouco alvará expedido pela Vigilância Sanitária para funcionar. A clínica foi interditada e o fiscal da Vigilância, Jéferson Teruyr de Souza, explica que somente após se adequar o proprietário poderá manter as atividades no local.
Ele afirma ainda que, caso insista, o empresário pode ser preso por infiel depositário.
O fiscal do CRO explica que tem flagrado várias clínicas clandestinas e alerta à população para que procure orientações sobre os profissionais. Ele ressalta que, na maioria dos casos, são protéticos que fazem cursos a distância e atuam como dentista, principalmente na periferia da cidade.

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