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Morte

Usuário de drogas mata a mãe a machadadas

29 janeiro 2010 - 07h16
Valdemar Scardim Carvalho é apontado como o autor do assassinato da própria mãe.
Valdemar Scardim Carvalho é apontado como o autor do assassinato da própria mãe.
Fort  Atacadista - 21 ANOS

 Em Jardim, a PM (Polícia Militar) fez no início da tarde de ontem a prisão de Valdemar Scardim Carvalho, de 28 anos, suposto usuário de drogas, após ele ser apontado como o autor do assassinato em que teve como vítima a mãe dele, a dona de casa Marthir Scardin, de 57 anos.

 De acordo com informações, a mulher foi executada com duas machadadas, uma delas profunda na cabeça, que foram desferidas pelo próprio filho.

 Ainda segundo consta, Marthir Scardin já havia denunciado o filho à polícia por quatro vezes, uma vez que ele havia prometido matá-la caso fosse preso.

 Com relação ao crime, Valdemar Scardim matou a mãe por volta das 12 horas de ontem no momento em que ela estava preparando o almoço.

 Policiais do 1º DP (Distrito Policial) contaram que o rapaz que seria dependente químico pediu um real e 50 centavos para a mãe, e assim que ela lhe entregou o dinheiro, foi agredida a machadadas, uma vez que segundo consta, ele queria mais dinheiro, provavelmente para comprar drogas.

 Consumado o crime, Valdemar Scardin que já havia sido detido anteriormente por envolvimento com drogas na cidade e havia sido preso em 2008 por tentativa de homicídio e tinha sido libertado em janeiro do ano passado, tentou fugir, porém foi localizado e preso pela Policia Militar quando estava a cerca de cinco quadras de sua casa, e em seguida foi levado para a delegacia para ser autuado em flagrante por homicídio doloso.

 Durante os levantamentos no local dos fatos, a polícia conta que quando a mulher foi atingida pelo primeiro golpe, caiu ao chão e o filho desferiu uma outra, vindo a deixar o machado cravado na cabeça dela.

 Após ser lavrado o flagrante, a Polícia Civil deverá recolher o acusado em uma cela separada, uma vez que ele corre o risco de ser morto pelos demais internos. Crime desta natureza comumente é repudiado pela massa carcerária, adiantou um experiente policial.

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