22 de outubro de 2020 Grupo Feitosa de Comunicação
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Saúde

Tratamento específico para pé diabético já pode ser encontrado em Campo Grande

O tratamento é na Rua Dr. Antonio Alves Arantes, 237 ou 3326 8531 / 8504 8087
O tratamento é na Rua Dr. Antonio Alves Arantes, 237 ou 3326 8531 / 8504 8087 - Divulgação
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Os pés dos portadores de diabetes são frequentemente desprezados, ficam lá embaixo, às vezes difíceis de serem alcançados e são lembrados somente quando algum problema os aflige.

A neuropatia diabética é uma doença nos nervos, e representa uma das mais incapacitante complicações crônicas advindas do mau controle da doença, com grave impacto social e econômico para as famílias. 

A queixa de dores nas pernas ao andar, principalmente quando desaparecem minutos, após interromper a marcha, leva o paciente a pensar que está fora de forma ou ficando velho. Se o pé é frio e pálido e no momento do exame não se consegue palpar pulsações no dorso do pé e no tornozelo o diagnóstico provável é de doença arterial obstrutiva periférica, sendo que, esta obstrução do fluxo sanguíneo arterial para as pernas é que dificulta a marcha. A causa desta obstrução em mais de 95% dos casos é a aterosclerose.

No entanto alguns dos problemas graves do pé diabético são passiveis de prevenção, caso sejam seguidas algumas regras básicas. Um dos maiores desafios para o estabelecimento do diagnóstico precoce em pessoas diabéticas com risco de ulceração nos membros inferiores é a inadequação do cuidado para com os pés ou a falta de um simples exame dos mesmos. O paciente deve ser estimulado a desenvolver uma postura pró-ativa em relação ao seu autocuidado. Assumir essa postura envolve mudanças de hábitos de vida, que exigem habilidade de traduzir informação em ação.

O pé diabético é uma das mais graves complicações do diabetes mellitus, existem diversos tipos de lesões que podem aparecer  nos pés e que podem levar a alterações severas na sensibilidade e na circulação sanguínea dos membros inferiores. Elas podem ter como origem alterações neurológicas e vasculares que produzem feridas e aumentam o risco de amputações. O papel do Fisioterapeuta é propiciar combinações de experiências bem-sucedidas e mudanças em relação aos cuidados com os membros inferiores promovendo condições favoráveis para a manutenção e valorização do comportamento esperado.

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