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Terrorismo mata quase 9 mil iraquianos em 2013, diz ONU

1 janeiro 2014 - 16h13
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Pelo menos 8.868 pessoas, na grande maioria civis, morreram no Iraque em atos de violência em 2013, o maior número de vítimas desde 2008, segundo a missão de assistência das Nações Unidas no Iraque (Unami). Em comunicado, a Organização das Nações Unidas (ONU) informa que das 8.868 vítimas, 7.818 eram civis.
 
Estão incluídos na lista os 759 mortos em dezembro - 661 civis -, mês que registrou também 1.345 feridos em atos de violência. "São dados tristes e que mostram, mais uma vez, a necessidade das autoridades iraquianas resolverem o problema da violência no país para por um fim a este círculo infernal", disse o representante das ONU no Iraque, Nickolay Mladenov.
 
A violência tem aumentado acentuadamente desde o dia 21 de julho de 2013, quando mais de 500 membros da organização terrorista Al Qaeda escaparam das prisões de Abu Graib, a oeste de Bagdad, e de Al Tayi, norte da capital, informou o governo iraquiano.
 
Segundo dados do governo local, o mês de julho foi o que registrou o maior número de mortes desde abril de 2008, com 989 vítimas fatais. A ONU expressou reiteradamente preocupação com o aumento do terrorismo e com a violência religiosa no Iraque, apelando aos dirigentes políticos para que acabem com as suas diferenças e restaurem a segurança objetivando terminar com o derramamento de sangue.
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