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Saúde

Taxa de mortalidade infantil vem caindo de forma constante, indicam pesquisas

24 novembro 2009 - 10h20
Divulgação
Fort  Atacadista - 21 ANOS
O número de mortes de crianças menores de um ano de idade por diarreia no Brasil caiu 93,9% em 25 anos - passando de 32.704, em 1980, para 1.988, em 2005. Com a redução, o problema deixou de ser a segunda causa de mortalidade infantil (24,3% em 1980) no País e passou para a quarta posição (4,1% em 2005), de um total de seis principais causas. No mesmo período, o número absoluto de mortes infantis caiu 71,3% - de 180.048 para 51.544. Os dados são referentes ao período de 1980 a 2005 e integram o estudo, que revela tendência de queda na taxa de mortalidade infantil (TMI) em todo o país. Melhora consistente - Além da diarreia, outros quatro grupos de causas de mortalidade infantil apresentaram redução no mesmo período. A queda foi de 97,2% no número de óbitos infantis por doenças imunizáveis (como poliomielite e sarampo); de 89,2% por desnutrição e anemias nutricionais; de 87,5% por infecções respiratórias agudas (como pneumonia); e de 41,8% por afecções perinatais - problemas que acometem as crianças na primeira semana de vida, ainda que a morte ocorra depois. O grupo de malformações congênitas, como causa de óbitos, por sua vez, manteve-se estável. Segundo dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa), a taxa de mortalidade do País vem caindo de forma constante, passando de 50,6/1.000 nascidos vivos em 1991 para 23,1/1.000 nascidos vivos em 2007. Se esse ritmo for mantido, em breve o Brasil chegaria a um índice de mortalidade infantil de 14,4 mortes para cada mil crianças menores de 1 ano, atingindo a meta do milênio com quatro anos de antecedência, destaca o Ministério da Saúde. Nos anos 80, as principais causas de óbitos infantis estavam relacionadas às doenças infecto contagiosas, que sofreram um declínio nas décadas seguintes, crescendo em importância as causas perinatais, decorrentes de problemas durante a gravidez, parto e nascimento, respondendo por mais de 50 % das causas de óbitos no primeiro ano de vida.
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