22 de outubro de 2020 Grupo Feitosa de Comunicação
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Comércio

Shopping Céu Aberto proporciona crescimento recorde ao comércio

Fort  Atacadista - 21 ANOS

  O comércio varejista de Campo Grande obteve um índice de crescimento sem precedentes de 14 a 17 de dezembro, período de realização do Shopping Céu Aberto, realizado pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) como parte da campanha Natal Mágico 3 em 1. Pesquisa divulgada sexta-feira (18) pelo Serviço de Proteção ao Crédito indica crescimento de 63,35% nas vendas do comércio da Capital no período de 14 a 17 de dezembro, em relação aos dias 18, 19, 22 e 23 de dezembro do ano passado, época de realização do Shopping Céu aberto.

  “Esse índice de crescimento está muito além das nossas expectativas e comprova que os consumidores da Capital compreenderam a intenção da Associação Comercial quanto aos objetivos do Shopping Céu Aberto. Para nós isso é motivo de satisfação diante de um resultado positivo muito maior do que o previsto”, afirmou o presidente da ACICG, empresário Luiz Fernando Buainain.

  De janeiro a novembro deste ano as vendas no comércio varejista de Campo Grande apresentaram crescimento de 6,46% em relação a mesmo período de 2008, índice altamente expressivo se levarmos em consideração que 2009 foi um ano considerado sob os efeitos da crise financeira mundial.
No entanto, esse índice acumulado deve crescer ainda mais com o resultado de dezembro. A expectativa da ACICG é de incremento de, pelo menos, 10% nas vendas do comércio em dezembro, índice superior ao previsto para o comércio brasileiro para este mês. “Passamos incólume pela crise e ainda devemos crescer mais do que a inflação”, comemorou Luiz Fernando Buainain.

  O Natal deste ano será o maior da década. O faturamento real do comércio brasileiro em dezembro, já descontada a inflação, deve atingir R$ 91,9 bilhões. As projeções foram feitas pela MB Associados com base na Pesquisa Mensal de Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O acréscimo de vendas esperado para dezembro, comparado com o mesmo mês de 2008, é de R$ 10,4 bilhões. É uma cifra dez vezes maior que a expansão na receita das lojas registrada em dezembro do ano passado, que foi de apenas R$ 978 milhões em relação ao ano anterior.

  O que se vê agora é uma economia em crescimento, com o emprego sendo retomado e a inadimplência se reduzindo. Os benefícios fiscais como isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para vários setores, como automóveis, geladeiras, máquinas de lavar, materiais de construção e, agora, móveis, combinados com a política monetária mais frouxa, sustentam o maior Natal da década.

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