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Internacional

Segunda integrante da banda Pussy Riot é libertada na Rússia

23 dezembro 2013 - 09h49
Cassems
Depois de Maria Alyokhina, integrante da banda russa de música punk Pussy Riot que deixou a prisão nesta segunda-feira (23), foi a vez de Nadezhda Tolokonnikova ser libertada sob uma anistia que permite sua liberdade antecipada. Elas tinham sido condenadas a dois anos por um protesto em uma igreja contra o presidente Vladimir Putin, em agosto do ano passado. Uma terceira integrante, Yekaterina Samutsevich, teve a pena de prisão suspensa e foi libertada um mês após a prisão.
 
 
Após deixar a prisão, Maria disse que a anistia que resultou em sua libertação da prisão foi um “truque de relações públicas”, e que teria rejeitado deixar a prisão se tivesse opção. Em 2012, Maria Alyokhina e Nadezhda Tolokonnikova foram consideradas culpadas de “vandalismo motivado por ódio religioso” por terem cantado em fevereiro daquele ano uma “oração punk” contra o presidente russo, Vladimir Putin, na catedral de Moscou. Elas cumpriam pena em um campo de trabalho.
 
"Não acho que esse é um ato humanitário", disse Alyokhina ao canal de TV Dozhd e a sites russos sobre a anistia, que foi proposta pelo presidente Vladimir Putin e aprovada pelo Congresso.
 
O Parlamento russo aprovou na quarta-feira uma anistia aos condenados e aos acusados de vandalismo, beneficiando assim duas integrantes da banda punk Pussy Riot e ativistas do Greenpeace, entre eles a brasileira Ana Paula Maciel, que foi solta em novembro.
 
A medida, aprovada pela Câmara, foi proposta por Putin para comemorar o 20º aniversário da Constituição pós-soviética. Ela inicialmente beneficiaria somente aqueles com sentença já determinada, mas foi modificada para incluir os que estão sendo processados - o que inclui os ativistas do Greenpeace.
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