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Segurança

Secretária de Segurança diz que fronteiras de MS estão menos vulneráveis

6 março 2014 - 18h00
As fronteiras de Mato Grosso do Sul, consideradas rotas nacionais para o tráfico de drogas e de armas no País, estão menos vulneráveis. A opinião é da secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, que participou de entrega de viaturas para as polícias civil e militar nesta quinta-feira em Campo Grande.
 
Na opinião de Regina, isto é reflexo dos investimentos feitos pelos governos federal e estadual no Estado nos últimos anos. “O DOF [Departamento de Operações de Fronteira] de Mato Grosso do Sul é um orgulho, um exemplo nacional”, disse.
 
O governador André Puccinelli (PMDB), que também participou do evento, avaliou que o trabalho policial no combate ao crime nas regiões de fronteiras com Bolívia e Paraguai em MS tem sido efetivo. "80% das apreensões feitas nas fronteiras foram feitas em MS”, disse.
 
Segundo informações do governo do Estado, foram entregues 78 novas viaturas para as polícias civil, militar e militar rodoviária, que serão destinadas para 22 municípios de MS.
 
Ainda conforme divulgado pelo governo, os veículos foram adquiridos com recursos do Ministério da Justiça por meio do programa Estratégia Nacional de Fronteiras (Enafron), da Secretaria Nacional de Segurança Pública.
 
Questão indígena
 
Regina, que representou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, foi questionada sobre o conflito agrário que envolve índios e produtores rurais na disputa por terras em MS. "Eu não vim para isso", declarou. "Sou secretária de Segurança Pública, não posso me posicionar.”
 
O Ministério da Justiça media um acordo entre as partes em relação à terra indígena Buriti, em Sidrolândia, onde um indígena de 36 anos morreu, em maio de 2013, durante reintegração de posse em uma fazenda.
 
No dia 27 de fevereiro, o assessor especial do Ministério da Justiça, Marcelo Veiga, esteve em Campo Grande em uma reunião que definiu um cronograma para solução do caso até junho de 2014. Desde o ano passado, a União afirma que pretende indenizar os 30 donos das propriedades rurais na região, que serão desapropriadas em favor dos indígenas. A medida é vista como saída para o problema.
 
Após o encontro ficou estabelecido que entre 6 de março e 6 de abril serão feitas conversas individuais com fazendeiros sobre os valores das propriedades. A segunda etapa deste processo ocorre entre 6 de abril e 6 de maio, período que a Fundação Nacional do Índio terá para se pronunciar sobre o processo. O prazo para solução do processo é 6 de junho.
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