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PROTESTO

Presidente do Incra vem a Campo Grande e movimentos reivindicam reforma agrária paralisada

Leonardo Góes Silva, nomeado pelo presidente interino, Michel Temer (PMDB), estará em Mato Grosso do Sul, nesta terça-feira

28 junho 2016 - 09h39DA REDAÇÃO COM INFORMAÇÕES DA ASSESSORIA
Leonardo Góes Silva, presidente do Incra Nacional
Leonardo Góes Silva, presidente do Incra Nacional - Reprodução

O Presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Leonardo Góes Silva, nomeado pelo presidente interino, Michel Temer (PMDB), estará em Mato Grosso do Sul, nesta terça-feira (28) e sua recepção será uma grande mobilização dos movimentos sociais de luta pela terra, que se organizam em um grupo unitário de debates sobre a questão no estado.  

Neste grupo estão os maiores movimentos sociais do país e de MS, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, a Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Mato Grosso do Sul (Fetagri), o Movimento dos Sem-Terra Brasileiros (MSTB), a Centra Única dos Trabalhadores (CUT), a Ligas Camponesas, o Movimento Novo, o Movimento Camponês de Luta pela Reforma Agrária (MCLRA) e a Organização de luta pela Terra (OLT).  

Em protesto a situação da Reforma Agrária em Mato grosso do Sul, que já vem há dez anos a passos lentos e após a recente decisão do TCU (Tribunal de Contas da União) está totalmente paralisada, os movimentos paralisaram diversos pontos das estradas de Mato Grosso do Sul, em Rio Brilhante, Itaquiraí, Vale do Ivinhema, Três Lagoas, entre outros. Além disso, estão desde as 6h30, em um grupo, na sede do INCRA de Campo Grande, localizada à Rua Vinte e Cinco de Dezembro, 924 – Centro.  

As pautas reivindicadas vão além da paralisação da Reforma Agrária e passam pela falta de assistência técnica e acesso aos programas de fomentos para as mais de 27.832 famílias assentadas, em cerca de 204 assentamentos, espalhados por todo o Mato Grosso do Sul. Outro ponto que os movimentos que se mobilizam nesta terça discordam é com a recente exoneração do superintende do INCRA em MS, Humberto de Melo, que havia sido um nome de consenso das maiores organizações sociais de luta pela terra e que teve poucos meses de trabalho à frente do órgão. 

A mobilização estadual das trancas das rodovias segue por toda a manhã e os movimentos aguardam um posicionamento para se reunir com o presidente do Incra Nacional no período da tarde, mobilizados na sede do Instituto em CG. 

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