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AUDIÊNCIA PÚBLICA

Prefeitura e MPE debatem estratégias para conter epidemia de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus

Encontro serviu para discutir medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública e o combate ao mosquito Aedes Aegypti.

15 dezembro 2015 - 14h37Da redação, com informações da PMCG
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O secretário municipal de Saúde, Ivandro Corrêa Fonseca participou de audiência pública no Ministério Público Estadual com as promotoras Filomena Aparecida Depólito, responsável pela Promotoria de Justiça de Saúde Pública e Andréia Cristina Peres da Silva, titular da 42ª Promotoria de Justiça de Meio Ambiente de Campo Grande, para discutir medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública e o combate ao mosquito Aedes Aegypti transmissor de Dengue, Chikungunya e Zica.

Participaram da audiência o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Rui Nunes da Silva Junior, secretário de estado da Saúde, Nelson Barbosa Tavares, e o infectologista e pesquisador da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz em Mato Grosso do Sul) Rivaldo Venâncio.

Baseado no consenso de que a proliferação deve ser controlada para evitar uma epidemia em maior escala, os participantes discutiram propostas para que, além do aparato médico para o atendimento aos doentes, e do combate ao mosquito, seja feita uma campanha efetiva de conscientização da população sobre os riscos e sua efetiva participação como agentes de erradicação dos criadouros. “Nenhum município tem estrutura para lidar com essa epidemia, a população tem que trabalhar em conjunto com o poder público, e isso é que está sendo tratado aqui”, declarou a promotora Filomena Depólito.

O infectologista Rivaldo Venâncio afirmou que aproximadamente um terço dos casos registrados como Dengue, podem ser Zika vírus, doença que está associada aos casos de microcefalia e má formação de fetos, com o agravante de não haver literatura sobre a doença. “A doença é alarmante e já foram registrados 1,7 mil casos de microencefalia no país. Em nosso estado, o vírus chegou entre novembro e dezembro e devemos esperar um aumento de casos a partir de fevereiro de 2016”, disse Rivaldo.

“Estamos em guerra, e devemos ter condições de atuar como um exército em batalha. Não podemos contemporizar. Os poderes públicos devem se unir e determinar ações imediatas para o combate se quisermos conter efetivamente a epidemia de consequências catastróficas ”, disse o secretário Nelson Tavares, que pede agilidade à justiça para que se possa penalizar todos os que impedirem de alguma forma a ação dos agentes de saúde.

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