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Obras

Prefeito assina hoje ordem de serviço para o reinício das obras do Terminal Intermodal de Cargas

21 outubro 2009 - 13h33
Divulgação
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  Ultrapassadas barreiras burocráticas, o prefeito Nelson Trad Filho assina nesta quarta-feira, às 9h30, no Anel Rodoviário, a ordem de serviço para o reinício das obras do Terminal Intermodal de Cargas (TIC) – o chamado Porto Seco - e da Estação Aduaneira de Campo Grande, duas alavancas de desenvolvimento do setor industrial, atendendo a logística rodoviária, ferroviária e aérea.

  O projeto - situado às margens do anel rodoviário de Campo Grande, no trecho entre a BR-163, saída para São Paulo, e a BR-060, saída para Sidrolândia, numa área de 65 hectares - inclui infra-estrutura para transporte intermodal e foi lançado pela Prefeitura Municipal de Campo Grande em setembro do ano passado.

  O complexo inclui quase sete quilômetros de pavimentação, construção de 23 km de ramal ferroviário, estacionamento para 290 vagas e 700 metros de galerias pluviais, além de redes de água, iluminação e esgoto. A infra-estrutura será do município e os terminais de carga da iniciativa privada. Estão previstos investimentos globais na ordem de R$ 100 milhões.

   Segundo Trad Filho, um dos aspectos que impedem que o setor industrial brasileiro tenha a competitividade que almeja no mercado mundial é o custo logístico: “Este projeto é uma alternativa viável e barata de trânsito aduaneiro e um estímulo ao comércio internacional, eliminando a burocracia, incentivando quem quer trabalhar e baixando estes custos”, considerou.

  O empreendimento vai impulsionar o desenvolvimento da capital: “Trata-se de um projeto muito arrojado e já estava na hora de algo do gênero ser implementado no Centro Oeste. Dará um apoio sem precedentes a importadores e exportadores.

  Esta é uma área com uma carência muito grande, há pouca estrutura portuária no País. Faltava trazer esta estrutura para o interior, para que a mercadoria saia daqui com tudo certo, já desembaraçada”, afirmou o vice-prefeito Edil Albuquerque.

  Pela localização geográfica da Capital, principalmente em relação ao Mercosul, a expectativa de agentes políticos, empresários e diretores de instituições financeiras é que esta obra mude o perfil sócio-econômico da cidade.

  “É um anseio grande do setor produtivo, que o poder público ofereça a alavanca para o desenvolvimento industrial. Esta obra demonstra a nossa eficiência em promover desenvolvimento e gerar emprego”, enfatizou o prefeito.

 

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