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GERAL

Preços dos hortifrúti têm diferença de até 470% em Campo Grande

A equipe de pesquisa verificou preços de frutas, verduras e legumes, os mais consumidos pela população.

18 setembro 2020 - 11h24
Os preços que não vêm agradando os consumidores estão elevados por conta de fatores climáticos
Os preços que não vêm agradando os consumidores estão elevados por conta de fatores climáticos - (Foto: Divulgação/Governo do Estado)
Fort  Atacadista - 21 ANOS

Levantamento feito pela Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS) revela que o preço dos produtos hortifrutigranjeiros em Campo Grande têm diferença de até 470,20%, no caso da goiaba vermelha.

O quilo está sendo vendido por R$ 19,90 no Hortifrúti Folha Verde e por R$ 3,49 no Mercado Real. Enquanto isso, o menor índice constatado (43,78%), está relacionado à maçã nacional.  No Atacadão, a fruta custa R$ 6,19 o quilo. Já no Comper, o preço é R$ 8,90. 

A equipe do Procon/MS, que é um órgão da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), foi a campo no período de 31 de agosto a 15 de setembro. 

Durante a ação foram verificados 75 produtos em 25  estabelecimentos, dos quais estão sendo divulgados 73. A norma para a divulgação é que o produto esteja à disposição em, pelo menos, três dos locais visitados, o que não aconteceu com dois deles.

A equipe de pesquisa verificou preços de frutas, verduras e legumes, os mais consumidos pela população.

O levantamento revelou várias diferenças consideráveis. Foram registrados índices de 374,21% no caso do abacaxi do tipo Havaí, por exemplo. O produto é vendido no Mercado do Produtor por R$ 1,99 enquanto no Hortifrúti Folha Verde não sai por menos de R$ 8,90. A diferença de preços da manga Tommy também é sensível,  33,44%. No Assai, custa R$ 2,99 o quilo enquanto no Folha Verde, R$ 12,90. 

De acordo com os comerciantes, os preços que não vêm agradando os consumidores estão elevados por conta de fatores climáticos, como as altas temperaturas que causam perdas, e também pela alta procura. 

Confira a pesquisa aqui .

Waldemar Hozano, Procon/MS 

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