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POLÊMICA

Pesquisa diz que falta informação aos brasileiros sobre descriminalização da maconha

Agência de comunicação brasileira promove no dia 2 o debate #ComunicaQueMuda. Além de convidados, a discussão será transmitida ao vivo pela internet

1 março 2016 - 11h29Da redação com informações da assessoria
Divulgação

Pesquisa recente da agência nova/sb, indica que jovens e adultos têm conhecimento sobre a existência de discussões nacionais que propõem a legalização da maconha, mas não conhecem o tema suficientemente para formar opinião. Para a maioria dos entrevistados, as propostas de legalização e de descriminalização se confundem e o entendimento de ambos é bastante superficial. Para descomplicar todas as nuances de entendimento, o primeiro debate do projeto #ComunicaQueMuda (#CQM) acontece nesta quarta-feira (2), às 20 horas, na Casa do Saber de São Paulo.

Com mediação do ator e colunista Gregorio Duvivier, o evento será transmitido ao vivo pelo site www.comunicaquemuda.com.br/aovivo (que estará disponível apenas na hora do evento). Participam ainda o advogado Pedro Abramovay; o criador do jornal Voz da Comunidade, René Silva; o psiquiatra Valentim Gentil Filho; e a jornalista e apresentadora Barbara Gancia.

#ComunicaQueMuda é uma iniciativa inédita de comunicação digital que pretende aprofundar a discussão sobre temas polêmicos e de grande impacto público, que ainda são tabus no Brasil. Além da descriminalização da maconha, serão debatidos ao longo de 2016 os assuntos suicídio, lixo, uso do carro e intolerância.

“A proposta da nova/sb é liderar o debate público de temas que são tabu, que deixam de ser discutidos porque causam polemica, não são unanimidade. Não vamos levantar bandeiras, mas mostrar pontos de vistas de pessoas gabaritadas, contribuindo para que a sociedade forme a sua própria opinião e tenha  condições mais sólidas para se posicionar, saber como agir, como conversar com o filho, com o aluno, com os pais, etc, no caso da descriminalização vir a acontecer”, destaca Bob Vieira da Costa, CEO da nova/sb.

Comunicação de Interesse Público (CIP) é o negócio da nova/sb – Uma das maiores agências de publicidade do país, a nova/sb investe recursos próprios em projetos de Interesse Público; o principal deles, o #ComunicaQueMuda, que é também um blog (http://www.comunicaquemuda.com.br/). Esta ação segue tradição pioneira iniciada em 2011 pela agência de contribuir com os debates e transformações sociais. Bob Vieira da Costa é autor do livro ‘Comunicação de interesse público – ideias que movem pessoas e fazem um mundo melhor’.

Conheça mais em www.novasb.com.br/inovacao/cqm  

Ppopsynergy – Metodologia criada pela agência nova/sb para medir popularidade de comportamentos, temas de opinião pública, causas, marcas, instituições, produtos e negócios. Na avaliação sobre descriminalização da maconha, foram entrevistados homens e mulheres de perfil socioeconômico C, com idades entre 18 e 50 anos, moradores da Zona Leste de São Paulo, em dois grupos de discussão.

Na Justiça - Até o momento, três ministros votaram no julgamento do Recurso Extraordinário 635659, que discute a descriminalização do porte de drogas para uso pessoal. O relator, ministro Gilmar Mendes, votou pela inconstitucionalidade do artigo 28 da Lei de Drogas (Lei 11.343/2006), que define como crime o porte para uso pessoal. O ministro Edson Fachin defendeu descriminalizar o porte de maconha para consumo próprio. Após o voto de Barroso, o julgamento foi novamente suspenso em setembro de 2015 por pedido de vista do ministro Teori Zavascki. Não há previsão de quando a pauta voltará ao Supremo. 

No Legislativo -  Em 2014 foram apresentados na Câmara dos Deputados dois Projetos de Lei que propõem a descriminalização da maconha. O PL 7187/2014, do deputado Eurico Júnior (PV/RJ), e o PL 7270/2014, do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ).  Ambos foram apensados e aguardam desde o início de 2015 que a Presidência da Casa constitua Comissão Especial para discutir o tema, ir para relatoria e assim ser votado em plenário. Estes projetos defendem a autorização da produção e venda de maconha no país, dando ao governo o controle da comercialização por meio do registro dos locais de produção e pontos de venda, além de ficar obrigado a padronizar e inspecionar o produto.  O embasamento principal das duas matérias é que a política de guerra às drogas dos anos 90 não surtiu efeito. O consumo aumentou e a violência não diminuiu, portanto, a descriminalização criaria recursos, aumentaria o controle e trataria o usuário abusivo na esfera da saúde e não da segurança pública.

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