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DIA DA INDÚSTRIA

Na véspera do Dia da Indústria, Longen pede a convalidação dos incentivos fiscais

O presidente da Fiems citou outros empreendimentos que tiveram incentivos fiscais e, hoje, são responsáveis por manter aquecida a economia do Estado mesmo em tempos de crise

24 maio 2017 - 16h20Da Redação
Indagado pela jornalista e apresentadora do Ellen Genaro, Sérgio Longen explicou o processo de concessão dos incentivos fiscais pelo Governo do Estado e destacou a importância deles para o desenvolvimento do Estado
Indagado pela jornalista e apresentadora do Ellen Genaro, Sérgio Longen explicou o processo de concessão dos incentivos fiscais pelo Governo do Estado e destacou a importância deles para o desenvolvimento do Estado - Divulgação
MÊS DA ECONOMIA COMPER

Em homenagem ao Dia da Indústria, comemorado em 25 de maio, a 1ª Edição do Jornal MS Record desta quarta-feira (24/05) foi transmitida ao vivo das dependências do Senai de Campo Grande e, na oportunidade, o presidente da Fiems, Sérgio Longen, voltou a fazer um apelo ao Congresso Nacional para a aprovação da convalidação dos incentivos fiscais já concedidos pelos governos estaduais às empresas que se instalaram ou estão em processo de instalação nas regiões do País com menor densidade populacional, gerando empregos e renda e promovendo crescimento econômico.

No Senado, após semanas de intensa discussão entre os parlamentares e negociações com o Ministério da Fazenda, os senadores aprovaram no dia 7 de abril a convalidação dos incentivos fiscais e, com a incorporação de duas emendas apresentadas em Plenário, o texto foi para a Câmara dos Deputados. Na Casa de Leis, teve início a discussão do projeto que regulariza os benefícios fiscais concedidos pelos Estados a empresas sem autorização do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

Indagado pela jornalista e apresentadora do Ellen Genaro, Sérgio Longen explicou o processo de concessão dos incentivos fiscais pelo Governo do Estado e destacou a importância deles para o desenvolvimento do Estado. “Faço questão de citar como exemplo uma fábrica de cerveja inaugurada neste mês em Campo Grande. Ela precisa trazer as latinhas do Paraná e vai vender mais de 80% da produção para o Estado paranaense. Sem os benefícios fiscais, ela não teria se instalado em Mato Grosso do Sul e não teria gerado os 250 empregos que gerou”, comentou.

O presidente da Fiems citou ainda outros empreendimentos que tiveram incentivos fiscais e, hoje, são responsáveis por manter aquecida a economia do Estado mesmo em tempos de crise. É o caso da Coamo, em Dourados, da Asperbras, em Água Clara, da Latasa, em Paranaíba, e do frigorífico de tilápia GeneSeas, em Aparecida do Taboado. “Nós reconhecemos no incentivo fiscal uma maneira de desenvolver a indústria sul-mato-grossense. Aliás, defendemos a convalidação dos incentivos fiscais para as regiões com menor densidade populacional. Veja o caso da Zona Franca de Manaus, na capital do Amazonas. Ninguém produziria nada lá se não houvessem incentivos fiscais”, reforçou.

Investigação

Diante das recentes denúncias que condicionaram a concessão de incentivos fiscais ao pagamento de propina a agentes do poder público, Longen defendeu uma ampla investigação e a condenação de corruptos e corruptores. “Incentivo fiscal é algo sério. Se houverem desvios de finalidade, isso deve ser apurado. E os culpados devem ser condenados pela Justiça. Nós defendemos a apuração, defendemos que os responsáveis sejam realmente punidos. Mas nós não podemos punir por ordem de grandeza, pela denúncia. É preciso esperar a investigação e lembrar sempre que desenvolvimento é algo muito importante que a gente vem construindo e não pode ser motivo, nesse momento de turbulência, de especulação ou falácias”, pontuou.

Ainda durante o restante do telejornal da TV MS Record, os demais representantes do Sesi, Senai e IEL apresentaram os serviços oferecidos, além de detalharem os investimentos feitos ao longo dos últimos 12 meses. O diretor-regional do Senai, Jesner Escandolhero, falou das ofertas de cursos para este ano, bem como sobre os serviços de consultorias para as indústrias instaladas em Mato Grosso do Sul.

Já o superintendente do Sesi, Bergson Amarilla, detalhou o programa de gestão em SST (Saúde e Segurança no Trabalho), além de falar dos outros serviços e dos diferenciais pedagógicos das escolas da entidade, que reforçam a educação tecnológica e o empreendedorismo dos alunos. O superintendente do IEL, José Fernando Amaral, pontuou o programa de estágio oferecido às empresas, os cursos de capacitação empresarial e os programas voltados para as empresas, tais como o recrutamento e seleção e o foco na carreira.

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