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Saúde

Mandetta apresenta estrutura montada para gripe A

5 agosto 2009 - 16h55
Fort  Atacadista - 21 ANOS

  Identificar o mais rapidamente possível os sintomas, garantir que a medicação chegue ao paciente nas primeiras 48 horas de identificação da doença, regular o acesso à internação e fazer com que a rede privada cumpra com suas obrigações. Estas são, segundo o secretário municipal de Saúde, Luiz Henrique Mandetta as medidas que estão sendo adotadas para assegurar um atendimento ágil e eficiente aos pacientes diagnosticados com a gripe A. As informações foram prestadas na manhã dessa quarta-feira (05.08), em coletiva à imprensa, durante inauguração da nova sede da pasta.

  Em relação ao comportamento da população, as medidas são as já recomendadas pela Organização Mundial de Saúde: evitar aglomerações, manter os ambientes bem ventilados, não compartilhar objetos pessoais, cobrir o rosto ao tossir ou espirrar, lavar as mãos sistematicamente e, em caso de sintomas de gripe (mesmo a comum) permanecer no domicílio para evitar propagação do vírus. “São atitudes simples que todos podem adotar e que, com certeza, contribuem muito com a prevenção da doença”, enfatizou Luiz Henrique Mandetta.

  Quanto ao atendimento médico, o titular da Sesau informou que o estetoscópio passou a ser a principal arma deste profissional. “Incluímos a ausculta do pulmão porque pode contribuir muito para antecipar o diagnóstico”, justificou Mandetta ao esclarecer que, nem por isto, os médicos estão impedidos de pedir o exame radiológico caso sinta tal necessidade. “Fica a critério do médico”, observou o secretário.

  Em relação às gestantes, considerado hoje o principal grupo de risco para gripe A, a Sesau está organizando uma nova rotina para o Hospital da Mulher, localizado na Moreninha III. A partir dos próximos dias, a unidade ficará responsável pelo atendimento exclusivo de gestantes com sintomas desta doença. Os partos serão redirecionados, principalmente, para a Maternidade Cândido Mariano. “A maternidade tem condições de atender os cerca de 80 partos, a grande maioria normal, que são realizados mensalmente no Hospital da Mulher”, assegurou Mandetta.

  O desafio – Além das gestantes, constituem grupos de risco para gripe A diabéticos, hipertensos e imunossuprimidos. Quando indagado sobre a capacidade de a rede municipal atender a uma demanda crescente, o secretário Luiz Henrique Mandetta foi enfático: “este é um desafio para qualquer sistema de saúde, principalmente porque ser uma doença que tem um componente emocional muito forte. Mas estamos empreendendo todos os nossos esforços para atender a todos da melhor maneira possível”, assegurou o titular da Sesau ao final da entrevista, que foi acompanhada pela médica Ana Lúcia Lyrio, diretora de Assistência à Saúde da Sesau.

 

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