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Segurança

Lula condena violência e oferece ajuda do governo federal para "limpar" Rio

19 outubro 2009 - 16h34
Fort  Atacadista - 21 ANOS

  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou nesta segunda-feira os atos de violência registrados no Rio durante o fim de semana e afirmou que o governo federal está disposto a ajudar o Estado no que for preciso para "limpar a sujeira que essa gente [criminosos] impõem ao Brasil".

  Os tiroteios continuaram domingo, quando uma operação policial na favela do Jacarezinho para localizar suspeitos de envolvimento na invasão resultou em mais duas mortes. Segundo a PM, 21 pessoas morreram nos confrontos, entre elas três inocentes e três policiais militares que estavam em um helicóptero abatido pelo tráfico.

  "Não poderia ter ter outras palavras além da condenação, sob todos os aspectos, aos irresponsáveis que colocam em risco vidas inocentes", afirmou o presidente.

  Lula informou que telefonou para o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e para o governador Sérgio Cabral (PMDB), para oferecer ajuda. Nesta segunda, Cabral informou que o Estado vai receber R$ 100 milhões da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) nos próximos seis meses para equipar as forças de segurança.

  "O governo federal tem tido atuação séria nas favelas, mas vai demorar até resolvermos o problema dos narcotraficantes no Rio e em todo o país", admitiu Lula.

Drogas

  Após se reunir em São Paulo com o presidente colombiano, Álvaro Uribe, Lula sugeriu a criação de um conselho de combate ao tráfico da Unasul (União de Nações Sul-Americanas).

  "Não acho que a legalização resolve o problema do consumo [de drogas]. Tenho discutido com chefes de Estado que se aplicássemos políticas mais rígidas contra o tráfico de drogas seria mais fácil reduzir o uso no mundo", disse.

 

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