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Regional

Imóveis em Três Lagoas valorizaram até 1.000%

8 fevereiro 2014 - 14h02
O “boom” registrado em menos de dez anos em Três Lagoas, em termos de desenvolvimento, alavancou vários setores de atividades na cidade, como o imobiliário que teve impulso formidável em relação a investimentos e negócios
 
O empresário Beto Gusmão realizou um levantamento que analisa a realidade do crescimento imobiliário nos últimos sete anos. O levantamento realizado em julho do ano passado pelo empresário Beto Gusmão, analisando a realidade do crescimento imobiliário nos últimos sete anos, a partir do lançamento de loteamentos residenciais e construção de unidades habitacionais em Três Lagoas, permite a avaliação de um número expressivo de 5,5 mil lotes (loteamentos fechados e abertos) e um número um pouco maior na edificação de imóveis (6 mil). Isto, sem distinguir a classe social do destino e verificação de que ainda existem vários vazios urbanos.
 
Em 2006, segundo a pesquisa de Gusmão, Três Lagoas tinha uma população de 86 mil habitantes e hoje conta com 105 mil. Houve um aumento de 22% no aspecto populacional, enquanto que em unidades habitacionais, que na época era de aproximadamente 19 mil, agora vai contar com 25 mil - um crescimento de 31%.
 
“Observando que o crescimento da população foi menor do que a construção de novas unidades residenciais e claro que o v alor do aluguel vai sofrer desaceleração, recuando um pouco mais para o ano que vem, consequentemente a voracidade de investidores interessados em obter renda acima de 1% ao mês sobre o valor do seu investimento vai ser menor, provocando um pequeno recuo no valor do metro quadrado do terreno em nossa região”, avalia o empresário. 
 
Beto Gusmão acrescenta que “este fato só não acontecera se for anunciado algum outro mega empreendimento como foi o caso da Fibria, Sitrel, Eldorado Brasil e UFN3, empresas que vieram para o Município e investiram mais de R$ 10 bilhões nas suas instalações, dando um novo impulso econômico para Mato Grosso do Sul”.
 
Não existe uma região específica na cidade onde a valorização – a partir da procura – mais se registra. Calcula que o metro quadrado chega a custar R$ 120. Mas é preciso deixar a euforia de lado [na hora de investir] e tomar cautela; o mercado tem períodos bons e ruins”
 
Para ele, “é importante lembrar a todos que imóvel sempre e a melhor opção de investimento, pois mesmo assim obtivemos uma valorização em torno de 200% no valor de venda dos imóveis com áreas construídas nos últimos sete anos. Enquanto o aluguel continua ainda acima do valor da media nacional por valor investido”.
 
De acordo com Beto Gusmão, a construção de imóveis para venda ao consumidor final continua sendo ainda uma boa oportunidade de negocio na área imobiliária, “pois o credito imobiliário é bom e as taxas são atrativas; a única preocupação que temos que ter é com a manutenção destes créditos por parte do governo federal, tudo indica que serão mantidas”.
 
A corretora Rose Monteiro declara que "o aluguel de uma casa básica – dois quartos, sala, cozinha e banheiro – há uns dez anos atrás, que estava em cerca de R$ 400. No momento não sai por menos de R$ 1,2 mil, chegando até R$ 1,5 mil, de acordo com a localização do imóvel. Uma valorização de 200% a 375%".
 
Para que os preços dos terrenos tivessem essa fenomenal valorização, ele aponta como fatores positivos a melhoria na estrutura básica da cidade, como pavimentação, drenagem, energia elétrica e abastecimento de água, entre outros.
 
De acordo com ela, um detalhe importante é destacado por ela - a chegada do programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida. A venda de terrenos para a construção de casas do programa impulsionou a valorização.
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