21 de outubro de 2020 Grupo Feitosa de Comunicação
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Trânsito animal

Iagro vai implantar novas regras nas emissões de GTA

Diretor-presidente da Iagro, Roberto Bacha, divulga novas regras para a DAP
Diretor-presidente da Iagro, Roberto Bacha, divulga novas regras para a DAP - Foto: Eder Campos / Agroimagebank.com
Fort  Atacadista - 21 ANOS

 

As regras para emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA) para leiloeiras e frigoríficos passam a ser mais rígidas a partir de janeiro do próximo ano. O anúncio foi feito com exclusividade para a Agroin, pelo diretor-presidente Agência Estadual de Defesa Sanitária Vegetal e Animal (Iagro), Roberto Rachid Bacha.
Segundo Roberto Bacha, a Iagro está fechando o cerco contra as possibilidades de focos de doenças como, por exemplo, a febre aftosa e também vai fechar o cerco contra a sonegação fiscal, que traz milhões em prejuízos aos cofres do governo estadual. As novas medidas dizem respeito, principalmente, sobre o sistema automático de crédito e débito na hora dos arremates e abates.
O diretor-presidente da Iagro, Roberto Rachid Bacha, explica que atualmente a Guia de Trânsito Animal (GTA) no caso dos leilões é feita do vendedor para a leiloeira, que retorna para o vendedor e depois para o comprador. A partir de janeiro a transação será do vendedor para a leiloeira e, desta, direto para o comprador; tudo automaticamente quando o negócio for fechado. “No recinto do leilão mesmo as partes vão poder fazer todo o processo e de um modo muito rápido e simples”, diz Bacha.
Além de evitar fraudes e abrir lacunas para entrada de doenças, o sistema vai oferecer mais rapidez e comodidade tanto para comprador e vendedor, pois após batida do martelo nos certames o processo de débito/crédito já será providenciado, o que antes era feito a partir do dia seguinte.
Roberto Bacha destaca que na visão da Iagro os recintos de leilões não são apenas uma ponte entre vendedor e comprador, são também uma entidade epidemiológica. Dessa forma, é possível ter controle sanitário sobre o gado negociado . Para implantar todas estas mudanças, a Iagro está desenvolvendo um sistema único no Brasil, dentro do Saniagro, que, inclusive, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) deve adotar futuramente como padrão no País inteiro.
Além do crédito/débito ser feito no local do arremate, as leiloeiras também terão que informar a Iagro com antecedência seu cronograma de leilões. Terá que prestar contas sobre todos os produtores participantes e, ou seja, só vai poder leiloar gado com anuência do órgão. “A partir do momento em que a empresa leiloeira nos informar o número de animais, nós abriremos janelas dentro de um sistema e estas devem ser preenchidas na totalidade com as informações. Depois do certame, não pode sobrar nem faltar janela. Caso ocorra a entidade vai ter que prestar contas dizendo, por exemplo, se um animal morreu”, explica.
No caso dos frigoríficos, a regra é basicamente a mesma aplicada às leiloeiras. Como as empresas têm uma escala de abates, vão ter que informar a Iagro toda a relação de quem vai abater gado a cada dia. Quando for feita a GTA para o frigorífico o número de carcaças tem que coincidir com o número de cabeças que entraram na unidade.

As regras para emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA) para leiloeiras e frigoríficos passam a ser mais rígidas a partir de janeiro do próximo ano. O anúncio foi feito com exclusividade para a Agroin, pelo diretor-presidente Agência Estadual de Defesa Sanitária Vegetal e Animal (Iagro), Roberto Rachid Bacha.
Segundo Roberto Bacha, a Iagro está fechando o cerco contra as possibilidades de focos de doenças como, por exemplo, a febre aftosa e também vai fechar o cerco contra a sonegação fiscal, que traz milhões em prejuízos aos cofres do governo estadual. As novas medidas dizem respeito, principalmente, sobre o sistema automático de crédito e débito na hora dos arremates e abates.
O diretor-presidente da Iagro, Roberto Rachid Bacha, explica que atualmente a Guia de Trânsito Animal (GTA) no caso dos leilões é feita do vendedor para a leiloeira, que retorna para o vendedor e depois para o comprador. A partir de janeiro a transação será do vendedor para a leiloeira e, desta, direto para o comprador; tudo automaticamente quando o negócio for fechado. “No recinto do leilão mesmo as partes vão poder fazer todo o processo e de um modo muito rápido e simples”, diz Bacha.
Além de evitar fraudes e abrir lacunas para entrada de doenças, o sistema vai oferecer mais rapidez e comodidade tanto para comprador e vendedor, pois após batida do martelo nos certames o processo de débito/crédito já será providenciado, o que antes era feito a partir do dia seguinte.
Roberto Bacha destaca que na visão da Iagro os recintos de leilões não são apenas uma ponte entre vendedor e comprador, são também uma entidade epidemiológica. Dessa forma, é possível ter controle sanitário sobre o gado negociado . Para implantar todas estas mudanças, a Iagro está desenvolvendo um sistema único no Brasil, dentro do Saniagro, que, inclusive, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) deve adotar futuramente como padrão no País inteiro.
Além do crédito/débito ser feito no local do arremate, as leiloeiras também terão que informar a Iagro com antecedência seu cronograma de leilões. Terá que prestar contas sobre todos os produtores participantes e, ou seja, só vai poder leiloar gado com anuência do órgão. “A partir do momento em que a empresa leiloeira nos informar o número de animais, nós abriremos janelas dentro de um sistema e estas devem ser preenchidas na totalidade com as informações. Depois do certame, não pode sobrar nem faltar janela. Caso ocorra a entidade vai ter que prestar contas dizendo, por exemplo, se um animal morreu”, explica.
No caso dos frigoríficos, a regra é basicamente a mesma aplicada às leiloeiras. Como as empresas têm uma escala de abates, vão ter que informar a Iagro toda a relação de quem vai abater gado a cada dia. Quando for feita a GTA para o frigorífico o número de carcaças tem que coincidir com o número de cabeças que entraram na unidade.

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