21 de outubro de 2020 Grupo Feitosa de Comunicação
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Polêmica

Horário de verão aumentou rejeição pela mudança do fuso

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Fort  Atacadista - 21 ANOS

 Luiz Ovando informa que para cada hora de sono perdida, a pessoa diminui um ponto no QI (Quociente de Inteligência), o índice que mede a inteligência do ser humano. O psiquiatra tem um exemplo irrefutável: Albert Einstein, gênio autor da teoria da relatividade, dormia 11 horas por dia. E nesse quesito o brasileiro está em larga desvantagem. 

Segundo Ovando, a defasagem de sono do cidadão comum é de 500 horas por ano. O ideal - diz ele - seria dormir no mínimo oito horas por dia. Com o horário de verão a situação se agrava, pois as pessoas não conseguem dormir mais cedo, e no entanto são obrigadas a acordar uma hora antes do habitual. “É ao dormir que o cérebro consome oxigênio e glicose. O sono também faz o organismo liberar o hormônio do crescimento, por isso a criança precisa dormir mais que o adulto”, diz o psiquiatra Rosa Pires. O resultado de uma noite mal dormida não carece de citação especializada: estresse, indisposição, até falta de concentração, o que pode ser um risco para motoristas.

Adiantar o fuso de Mato Grosso do Sul em uma hora, igualando o fuso horário do Estado ao de Brasília, é prejudicial à saúde, alertam especialistas, que integram o Comitê criado pelo deputado Paulo Duarte (foto) que é contra a mudança do fuso. Uma cartilha elaborada pelo comitê alerta as pessoas para os riscos da mudança. Para o médico cardiologista Luiz Ovandro, as mudanças bruscas na rotina transformam as pessoas em zumbis. É o caso do horário de verão, que terminou a zero hora deste domingo. Essa simples mexida no relógio é responsável pelo aumento das ocorrências cardiovasculares (infarto, por exemplo) em 5%, provoca entre 7 e 8% mais acidentes de trânsito e pior: afeta até o intelecto das pessoas, assegura o psiquiatra José Carlos Rosa Pires, especialista em sono.

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