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Guarda Nacional chega à Filadélfia em meio a protestos contra violência racial

Manifestações começaram após um homem negro ser morto por policias que dispararam 14 tiros

30 outubro 2020 - 17h47
Caminhão da Guarda Nacional estacionado em frente à Prefeitura da Filadélfia
Caminhão da Guarda Nacional estacionado em frente à Prefeitura da Filadélfia - (Foto: AP Photo/Michael Perez)
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A Guarda Nacional da Pensilvânia chegou à Filadélfia nesta sexta-feira, 30, após dias de protestos, invasões de lojas e roubos de caixas eletrônicos, depois de que um homem negro com uma faca foi morto pela polícia com 14 tiros.

A Guarda Nacional deve ficar na cidade até o fim da próxima semana, de acordo com as autoridades. A missão é ajudar a suprimir a agitação que começou após o assassinato de Walter Wallace Jr. na segunda-feira, 26. A prefeitura disse que pediu ajuda para lidar "com a situação atual e os preparativos da eleição".

A morte de Wallace Jr. levou o prefeito a estabelecer um confinamento na cidade por meio de toque de recolher, depois derrubado. Não houve grandes protestos durante as duas últimas noites e não está claro se a cidade está considerando novos toques de recolher ou restrições nos próximos dias.

A família de Wallace Jr. havia chamado na segunda-feira tanto apoio médico quanto da polícia, mas apenas a segunda chegou, disse o advogado da família, Shaka Johnson. Menos de 30 segundos depois do encontro, Wallace estava morto, derrubado por uma rajada de 14 balas, disse.

A polícia disse que dois agentes dispararam depois que Wallace Jr. ignorou as ordens de largar a faca. A mãe e a mulher dele estavam do lado de fora, gritando à polícia sobre os problemas de saúde mental dele, disse Johnson.

O velório e o funeral de Wallace Jr. foram marcados para o dia 7 de novembro.

Imagens de vídeo capturadas por câmeras da própria polícia mostram que Wallace Jr. foi incapacitado após o primeiro dos 14 tiros, disse Johnson, descrevendo imagens que a polícia mostrou a ele e membros da família antes de torná-las públicas, bem como as ligações para o número de emergência.

A família não quer que os agentes, que ainda não foram identificados publicamente, sejam acusados de homicídio, disse Johnson, porque eles foram treinados de maneira imprópria e não tinham o equipamento correto para fazer seu trabalho. O vídeo mostra "pânico instantâneo" de agentes cujo treinamento os ensinou apenas a abrir fogo, ele disse, acrescentando que não viu nenhuma tentativa dos agentes de reduzir a intensidade da situação.

A prefeitura disse que os vídeos e o áudio do 911 seriam divulgados até o fim da próxima semana.

A polícia também enfrentou críticas de líderes da Filadélfia, enquanto a cidade lamentava a resposta do Departamento para um ano de protestos extraordinários e às vezes violentos.

A comissária de polícia Danielle Outlaw lamentou a falta de uma unidade de saúde comportamental num departamento ao qual ela chegou este ano, e prometeu cuidar dessa necessidade.

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