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Golpe

Golpista usam falso vídeo de acidente de Schumacher para roubar senhas

7 janeiro 2014 - 17h55
Criminosos estão aproveitando o acidente de Michael Schumacher para instalar vírus no computador de pessoas e roubar senhas de bancos, revelam site alemão de notícias. Eles se valem da curiosidade dos usuários da internet e enviam um suposto vídeo que conteria as imagens da câmera que estava no capacete do heptacampeão mundial de Fórmula 1.
 
Na verdade, o arquivo chamado de "Video: Moment de l'accident de Michael Schumacher! (EXCLUSIF)" instala o vírus que começa a agir a partir do momento em que a conta bancária é acessada. As informações são roubadas e com a senha é possível que o criminoso realize saques.
 
O alerta apareceu em sites alemães logo em 2 de janeiro. Em seguida, páginas de meios de comunicação franceses trataram do assunto. A ameaça também é tema do fórum de discussões da empresa de anti-vírus Avast. Até o momento não foi registrado nenhum saque expressivo da conta de vítimas.
 
Enquanto criminosos tentam se aproveitar do acidente ocorrido em 29 de dezembro, o ex-piloto alemão continua internado em estado crítico no Centro Hospital de Grenoble, na França. Ele esquiava quando sofreu uma queda e teve lesões cerebrais ao bater a cabeça em pedras.
 
O acidente foi filmado por uma câmera que o alemão carregava no capacete e as imagens foram preservadas, situação usada pelos criminosos para enganar usuários de computador. Na verdade, o vídeo será usada pela polícia na investigação que tenta descobrir as causas da queda.
 
A assessoria de Schumacher informou que o ex-piloto saiu da pista para ajudar a filha de um amigo. Desde o acidente, a imprensa tem acompanhado de perto a evolução do estado de saúde do hepta campeão. A falta de informações e a insistência fizeram a mulher do ex-piloto, Corina, pedir paz aos repórteres para que os médicos possam fazer o trabalho deles.
 
A assessora de Schumacher, Sabine Kehm, reclamou da divulgação de informações não oficiais por parte da imprensa. Ela acrescentou que a intimidade do paciente exige que não haja um detalhamento do tratamento e por este motivo não está prevista a realização de novas entrevistas coletivas.
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