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Governo

Geopark vai impulsionar turismo, história e meio ambiente, diz André

22 dezembro 2009 - 15h13
Segundo Puccinelli, é uma oportunidade para que MS seja reconhecido mundialmente.
Segundo Puccinelli, é uma oportunidade para que MS seja reconhecido mundialmente. - Rachid Waqued
Fort  Atacadista - 21 ANOS

  “Esperamos que o Geopark seja o segundo oficial das Américas e isso vai fazer com que muitas pessoas conheçam as belezas naturais da região que contam com geossítios, cavernas, grutas...  Mais do que isso, vai manter a nossa memória cultural. Vamos dar destaque na questão ambiental, turística, cultural e histórica”, afirmou o governador André Puccinelli.

  No total estão inseridos no geopark com área de 39.700 quilômetros quadrados, 54 geossítios, entre grutas, pedreiras, baías, minas, cachoeiras, nascentes, monumentos, etc.

recurso

Canteiro de Obras

  Durante a solenidade, o governador comentou sobre os trabalhos e andamentos das obras para ano que vem.  

   “As perspectivas para o ano de 2.010 são boas e algumas obras elencadas no programa MS Forte lançadas no mês de outubro já estão com ordens de serviço expedidas. Estamos transformando nosso Estado num canteiro de obras que vai trazer melhoria da qualidade de vida dos sul-mato-grossenses. O ano que vem será uma continuidade em desenvolvimento cada vez mais acelerado”, ressaltou. 

 André também comentou sobre a discussão da possibilidade da divisão do dinheiro arrecadado com o petróleo do Pré-Sal para todos os municípios e estados. “A legislação diz que na plataforma continental, ou seja, em terra, os royaltes são destinados aos estados e municípios onde é explorado, além disso tem uma pequena participação os municípios lindeiros à exploração do petróleo na plataforma continental. A plataforma no oceano é 300 quilômetros da costa, então o bolo pode ser dividido não só com o Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, mas com outros estados como Mato Grosso do Sul”, explicou. Das emendas apresentadas uma defende per capita igual para todos os estados brasileiros e se aprovada traria recursos da ordem de quase R$ 600 milhões/ano para Mato Grosso do Sul.


       
               

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