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Férias

Extravio de malas é segunda maior causa de queixas nas férias

13 janeiro 2014 - 11h55
Arrumar a mala é o ponto de partida da viagem, assim como desfazê-la significa a conclusão do roteiro. O passeio, porém, pode virar um transtorno diante de qualquer problema que o passageiro tenha com a bagagem. Foi o que ocorreu com o estudante Luiz Eduardo Azevedo Pedroza Filho, de 22 anos. Em julho do ano passado, ele viajou pela TAP Linhas Aéreas para Roma, na Itália. Saiu de Brasília, seguiu até Lisboa, em Portugal, e de lá pegou um voo para a capital italiana. Quando chegou, a surpresa: ao contrário dos outros passageiros, a mala dele não apareceu na esteira.
 
Ao procurar a companhia aérea para saber o que tinha ocorrido, ele foi informado que a bagagem havia sumido. Pelas regras da Agência de Aviação Civil (Anac), a mala é considerada extraviada até 21 dias após a ocorrência, no caso de voos internacionais. Para os domésticos, são 30 dias. Luiz teve que seguir a viagem sem roupas, calçados e artigos de higiene pessoal. “Todo os dias, comprava uma peça de roupa para vestir. Tinha a esperança de que a mala fosse encontrada. Quinze dias depois, comprei uma mala nova para colocar as roupas que eu tinha comprado na viagem”, conta Luiz.
 
Quando estava em Berlim, na Alemanha, a TAP entrou em contato com ele comunicando que a mala tinha sido encontrada em Lisboa e que ela seria enviada a Roma. “Eu não estava mais na Itália, não teria como pegá-la. Pedi, então, que eles a enviassem ao Brasil. Fiz toda a viagem pela Europa sem a minha mala”, afirma.
 
De olho no reembolso, Pedroza Filho guardou todos os comprovantes fiscais dos bens que teve que comprar por causa do extravio da bagagem. A atitude dele foi correta, na opinião de especialistas.
 
Ao retornar ao Brasil, ele começou uma nova batalha contra a companhia. “Eles não atendiam os telefones de serviço de atendimento ao cliente ou então pediam para ligar depois. Por e-mail, não conseguia resposta. Foi um transtorno."
 
Apenas três meses depois, Pedroza Filho conseguiu receber os R$ 3.360,00 relativos aos gastos apresentados via cupom fiscal. Ao Correio, a TAP informou que lamenta o fato ocorrido com Luiz e que o cliente seria ressarcido.
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