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EUA começam a reduzir estímulos a economia em janeiro

18 dezembro 2013 - 17h11
O Federal Reserve (FED, o banco central americano) anunciou nesta quarta-feira que vai reduzir os estímulos monetários à economia americana a partir de janeiro. Durante a crise financeira de 2008, o FED passou a comprar mensalmente títulos do governo, abastecendo o mercado de dólares. O valor do estímulo estava em US$ 85 bilhões por mês. A partir de janeiro, serão US$ 75 bilhões, de acordo com comunicado do comitê. A mudança na política foi aprovada por 9 votos a 1.
 
"À luz dos progressos acumulados em relação ao emprego e melhora nos prognósticos para o mercado de trabalho, o comitê decidiu reduzir modestamente o rtimos de compras de ativos", afirmou o Fomc em nota. O valor mensal dos estímulos estão ligados à compra de títulos ligados a hipotecas (US$ 35 bilhões) e títulos de longo praxo do Tesouro americano (US$ 40 bilhões).
 
O FED informou ainda que provavelmente reduzirá mais compras de ativos em passos comedidos se dados mostrarem contínua melhora do mercado de trabalho e inflação rumo ao objetivo de longo prazo. O BC dos EUA manteve a taxa de juro próxima de zero e disse que ela deve permanecer nesse patamar enquanto o desemprego for superior a 6,5% e a inflação projetada não superar 2,5%.
 
Efeitos
 
Quando os estímulos começaram a serem retirados, a previsão é de que a possibilidades de ganhos maiores para os investidores naquele país atraia capital estrangeiro hoje estacionado nas economias emergentes. Como a medida já era esperada por analistas econômicos, a presidente brasileira Dilma Rousseff já afirmou que o País está preparado para a mudança na política monetária americana. Segundo ela, o Brasil tem condições de enfrentar com tranquilidade o momento, tem reservas internacionais e sabe usá-las.
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