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Educação

Ensino em período integral: vagas vão aumentar em 2010

5 novembro 2009 - 17h39
Fort  Atacadista - 21 ANOS

  O governo do Estado, compromissado em oferecer aos sul-mato-grossenses a melhor educação básica, colocou em prática neste ano o ensino em período integral. Três escolas estaduais de Campo Grande – duas de nível fundamental e uma de nível médio – oferecem mais de 1.200 horas anuais de educação para 739 alunos.

  A superintendente de Políticas Educacionais da Secretaria de Estado de Educação (SED), Cheila Cristina Vendrami, explica que as duas escolas de ensino fundamental em período integral recebem investimentos do programa Mais Educação, do Ministério da Educação (MEC), e a SED complementa os recursos, aplicando em merenda e professores.

  “Os nossos alunos do ensino médio em período integral, têm aulas regulares no período normal e no contraturno recebem fortalecimento das disciplinas. Por exemplo, de manhã têm aula de química e de tarde têm aula de fortalecimento em química. Os estudantes do terceiro ano fazem cursinho no período da tarde, assim estamos formando alunos ainda mais competitivos para o mercado de trabalho e para os vestibulares”, afirma Cheila.

  Ainda segundo a superintendente, os professores que atuam nas salas de aula dessas escolas são altamente capacitados. A orientação pedagógica destes profissionais não é esquecida nem na hora do almoço dos estudantes. “Temos professores que atuam até no horário de almoço para orientar na parte nutricional, melhorando os hábitos alimentares dos alunos”, diz.

  Além do reforço nas matérias escolares, no contraturno dessas escolas em período integral é oferecido ainda atividades como esporte, dança e outros cursos. As escolas do programa Mais Educação são as responsáveis por formularem o próprio projeto pedagógico para a aplicação das aulas.

  No caso da Escola Estadual Luiza Vidal Borges Daniel, da Comunidade Tia Eva, o conteúdo é voltado para temas referentes à cultura negra, visto que quase a totalidade dos alunos são da comunidade quilombola da Capital. A outra escola de ensino fundamental integral é a Escola Estadual Atônio Delfino Pereira.

 Os estudantes iniciam o dia letivo às 7h da manhã e saem às 16h40. Enquanto nessas escolas a carga horária anual é de 1.200 horas, nas instituições de ensino regular a carga horária mínima é de 800 horas.

2010

  A superintendente Cheila Vendrami afirma que para o ano que vem há a probabilidade da abertura de outras nove escolas em período integral em todo o Estado. Destas, outras duas seriam instaladas em Campo Grande.

  Outra medida a ser implantada a partir de 2010 é a ampliação de vagas nestas três escolas da Capital. A Escola Estadual Antônio Delfino Pereira, que hoje atende 202 alunos, passaria a ter 300 estudantes em período integral. No caso da escola de ensino médio, Amélio de Carvalho Baís, de 195 alunos passaria a contar com 350.

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