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Empresa de Trump tem conta em banco chinês

Alan Garter, um dos advogados da Organização Trump, disse que a reportagem traz "conclusões incorretas"

22 outubro 2020 - 06h13
Em 2008, Trump quis investir no projeto de uma torre de escritórios em Guangzhou - que nunca decolou.
Em 2008, Trump quis investir no projeto de uma torre de escritórios em Guangzhou - que nunca decolou. - ( Foto: Tom Brenner/REUTERS)
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Donald Trump tem uma conta corrente em um banco chinês, segundo reportagem publicada ontem pelo jornal The New York Times. A conta é controlada por uma das empresas do presidente americano, a Trump International Hotels Management, e pagou US$ 188 mil em taxas e impostos entre os anos de 2013 a 2015.

A revelação tem como base informações bancárias obtidas pelo jornal - os mesmos documentos que mostraram, na semana passada, que Trump pagou apenas US$ 750 em imposto de renda, em 2016 e 2017, nos EUA. O presidente nega a informação, diz que pagou "milhões de dólares de imposto", mas nunca mostrou o comprovante das operações. Além da conta chinesa, segundo o New York Times, Trump também tem contas no Reino Unido e na Irlanda, onde ele administra campos de golfe.

Alan Garter, um dos advogados da Organização Trump, disse que a reportagem traz "conclusões incorretas" que são "pura especulação", mas confirmou que a Trump International abriu uma conta na China para "pagar taxas locais". "As transações, acordos e outros negócios não foram materializados. Desde 2015, o escritório permanece inativo", disse.

A reportagem foi publicada no momento em que Trump vem acusando seu rival democrata Joe Biden de ser "fraco" nas relação à China e sugerindo uma suposta ligação do filho do candidato, Hunter Biden, com empresas chinesas. "Se Biden vencer, a China será dona dos EUA", afirmou o presidente em entrevista à Fox News, na semana passada.

Em 2008, Trump quis investir no projeto de uma torre de escritórios em Guangzhou - que nunca decolou. Os esforços foram retomados em 2012, com a abertura de um escritório em Xangai.

Segundo o New York Times, a conta na China não aparece na lista pública de bens do presidente americano. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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