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Educação

Doutora palestra na Anhanguera sobre o trabalho dos professores

Doutora em Educação, Manolita Correia Lima
Doutora em Educação, Manolita Correia Lima - Divulgação
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“A fortaleza de uma instituição de ensino depende do trabalho dos professores”, diz doutora em Educação

O capital intelectual das Instituições de Educação Superior foi o tema da palestra ministrada pela doutora em Educação pela Universidade de São Paulo (USP) Manolita Correia Lima. Ela falou aos professores da Universidade da Anhanguera-Uniderp e das outras unidades da Anhanguera em Campo Grande e no interior de Mato Grosso do Sul que participaram do encerramento da Semana Pedagógica no dia 6 de fevereiro.
Antes do início da palestra o reitor da Universidade Anhanguera-Uniderp prof. Dr. Guilherme Marback Neto desejou as boas-vindas aos docentes. “Fico feliz com a presença de todos. É muito bom perceber a alegria dos professores no retorno às atividades. Estamos começando mais um ano e é muito importante que o professor receba bem os acadêmicos. Eles chegam com muita vontade de aprender. Por isso, precisamos nos renovar a cada ano”, pontuou Marback.
Em seguida, a professora Manolita iniciou sua palestra dizendo que o trabalho dos professores é fundamental para a força de uma instituição de ensino superior. “Os professores têm uma vontade grande de acertar. Porém, alguns ainda cometem equívocos. Um deles é a idéia que fazem de que devem passar conhecimento aos alunos. Acredito que possamos transmitir dados, informações, mas não conhecimento. O conhecimento é algo que está dentro de cada um, que depois de processado ninguém consegue retirar”, destacou. Para ela, e necessário que o estudante deixe de ter uma postura passiva de assistir a aula. “Isso é um erro, ninguém aprende na passividade”.
Para ela o professor é aquele que não perdeu a alma de estudante, pois sempre tem que estudar para poder professar. “Ele tem uma missão: criar condições para que o acadêmico aprenda. Não é um desafio pequeno, pois hoje as classes são heterogêneas. Temos estudantes com diferentes perfis e isso torna o trabalho do professor mais difícil, pois ele vai ter que lidar com diferenças”, fala. De acordo com Manolita é essencial que o professor conheça o projeto de vida do aluno. “É preciso saber quem é o estudante, qual a sua história, o que eles querem para entender o que ele espera da instituição e conseguir auxilia-lo na concretização do projeto”, diz.

Oficinas
De 27 de janeiro a 5 de fevereiro, os professores da Universidade Anhanguera-Uniderp participaram de várias oficinas. Os temas abordados foram os seguintes: Voz profissional: uso e aplicativos, pelo Esp. Jadson Justi; Alterações do novo Acordo Ortográfico, pela profa. M.Sc. Clélia de Paula; Power Point como recurso motivador no ensino, pelo prof. M.Sc. Robson Soares Silva; O Estudo de Caso como ferramenta para a aprendizagem, pelos professores M.Sc. Clarice Benites, Gilberto Mattje, Maria Célia Lacoski e Vera Nice do Nascimento; Conflitos interpessoais na sala de aula, pelo prof. M.Sc. Eduino Sbardelini Filho; Fiquei com o horário de aula dos últimos tempos da sexta-feira, meu aluno quer ir embora: como fazer para tornar minha aula mais motivadora?, pelos professores  Esp.Fabrício Bazé de Albuquerque e Esp. Raquel Andrés Caram Guimarães; e A arte de falar em público, pela Esp. Ana Kely Martinez.

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