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Administração Municipal

Diretor da Emha assina convênio que dará habitação para 300 famílias da Capital

11 novembro 2009 - 07h54
Fort  Atacadista - 21 ANOS

 O diretor-presidente da Emha (Agência Municipal de Habitação), Paulo Matos, assinou há pouco um convênio com o Ministério das Cidades, para implementação do residencial Dom Antonio II, que removerá 300 famíli as que vivem no entorno do lixão de Campo Grande, em condições insalubres. Matos destaca que os R$ 4,3 milhões obtidos junto ao Governo Federal, através do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS), serão emblemáticos por propiciar que a Capital se transforme na primeira cidade brasileira sem concentrações de moradias sub-humanas.

 “Temos feito um trabalho muito forte pela extinção de favelas. Já somos a primeira cidade sem favelas em áreas de risco e com esse recurso praticamente acaba o problema”, explica o diretor-presidente da Emha. O reassentamento urbano das famílias que vivem no entorno do lixão ainda contará com uma contrapartida da prefeitura de Campo Grande; um projeto que soma R$ 8 milhões.

 Paulo Matos salienta ainda que o convênio é mais uma vitória do prefeito Nelson Trad Filho, que no início de seu mandato elegeu a área da habitação como uma de suas prioridades. O recurso liberado pelo Governo Federal sinaliza também a seriedade da parceria da Prefeitura de Campo Grande com os ministérios.

 Agora, o tramite burocrático para a liberação do dinheiro prevê a apresentação de documentos à Caixa Econômica Federal e, em seguida, abertura do processo licitatório. Paulo Matos estima que até o início de 2010, a construção das casas já tenha sido iniciada. A assinatura do convênio contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do Ministro das Cidades, Márcio Fortes.

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