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CPMF

Deputada repudia CPMF e convoca Congresso e população a reagir ao golpe

O projeto inicial da presidente Dilma Rousseff (PT), em tramitação no Congresso, prevê alíquota de 0,20%, mas isso pode ser elevado para 0,38%.

16 fevereiro 2016 - 16h55DA REDAÇÃO
Divulgação
O FLOR DA MATA - NOTICIAS

A deputada estadual Mara Caseiro (PMB) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa nesta terça-feira (16) para repudiar a recriação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) e convocar o Congresso Nacional e a população a reagir contra mais esse golpe do governo Federal.

O projeto inicial da presidente Dilma Rousseff (PT), em tramitação no Congresso, prevê alíquota de 0,20%, mas isso pode ser elevado para 0,38% para que a diferença de 0,18 ponto percentual seja dividida com estados e municípios.

Mara Caseiro lembrou que prefeitos e governadores estão sofrendo na pele as consequências da crise, uma vez que precisam tomar medidas consideradas antipáticas para driblar a falta de recursos nos cofres públicos.

“E mais uma vez é o povo que sofre com os desmandos deste governo. Não dá para tapar os olhos para todo esse caos. Não há mais a mínima condição de manter esta presidente, ela já perdeu o prumo, o comando de tudo”, disparou.

A ideia de dividir o tributo com estados e municípios é mais uma manobra da presidente para conseguir o apoio de prefeitos e governadores para a aprovação da CPMF, justamente em ano eleitoral. O Congresso Nacional também reluta em aprovar a recriação do chamado imposto do cheque, pelo mesmo motivo.

Em seu discurso nesta manhã, Mara Caseiro também criticou a presidente devido ao inchaço da máquina pública e dos supersalários, cuja extinção renderia valores semelhantes à CPMF ao governo.
“Prometeram extinguir mais de 3 mil cargos, mas isso ficou no discurso de campanha, é mais um golpe deste governo. Mais de 1 bilhão de reais por ano poderiam ser economizados com algumas demissões e redução de supersalários, que ficam acima do teto constitucional. Chega de desmando. Não queremos CPMF, não queremos essa presidente, e não queremos o PT. Chega!”, bradou a parlamentar.

Para deixar a situação ainda mais preocupante, o FMI (Fundo Monetário Internacional) piorou a perspectiva de queda da economia brasileira em 2016 e não vê mais retomada do crescimento em 2017, como estava previsto. 

O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro deve sofrer queda de 3,5% este ano – em outubro, a projeção era de contração de 1%. Isso depois de ter encolhido 3,8% em 2015.
“O Brasil da mentira está sem comando. Não tem como a gente não contestar um governo desses, não tem como a gente não dizer que esse país está em mãos erradas, no caminho errado. Espero que o Congresso tenha responsabilidade e não aprove mais este tributo”, finalizou.
 

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