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Festa Interior

Curimba apresenta a cara urbana da cena musical de Campo Grande

27 julho 2009 - 20h50
Fort  Atacadista - 21 ANOS
   O objetivo da banda de Campo Grande é focar mais a cultura urbana da Capital, fugindo um pouco do Pantanal que é uma referência do Estado. A banda se apresenta na sexta-feira (31), no palco Fala Bonito, na praça da Liberdade.

   Um dos diferenciais do Curimba é a formação da banda – dos seis integrantes, quatro tem descendência japonesa: Adrian Okumoto no baixo, Japão na bateria, Renan Okumoto no violão e Chicá na percussão. Para completar, a porção ocidental: Carlixo na guitarra e André Stábile no vocal.

   De acordo com a banda, a influência das canções vêm essencialmente da música brasileira em todas as suas vertentes, principalmente o samba. Em uma das canções produzidas pelo Curimba, “Desencabulou”, a letra enaltece a identidade do som dos rapazes de Campo Grande, onde eles cantam “o samba é minha cara”.

  Rap, rock, funk e reggae também entram na lista de ritmos que dão corpo e cara às músicas do Curimba. A banda ainda toca versões de artistas como Pedro Luis e a Parede, Novos Baianos, Vinicius de Moraes e Tom Jobim. Mesmo sendo um grupo relativamente novo, com pouco mais de quatro anos de formação, o Curimba já conquistou seu espaço na cena independente da Capital com a nova proposta para a música sul-mato-grossense.

  O nome da banda vem de um peixe pantaneiro e da denominação do grupo que toca atabaque nos cantos sagrados do terreiro de umbanda. O vocalista André Stábile tocava rock na noite campo-grandense, em busca de “novas sonoridades” começou a compor com o amigo Carlixo. Em 2008, durante o Festival América do Sul, em Corumbá, se juntam com Japão. Após um mês, o músico Adrian volta de uma temporada no “país do sol nascente” e se junta ao trio, trazendo seu irmão Renan e seu primo Chicá, está formado o Curimba.

Rogério Valdez
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