20 de outubro de 2020 Grupo Feitosa de Comunicação
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Testamos

Confira a avaliação do Chevrolet Captiva

Fort  Atacadista - 21 ANOS

Dirigimos o novo utilitário esportivo da Chevrolet que chega para substituir versões de luxo da Blazer.

O Captiva não chega ao Brasil apenas com o objetivo de se tornar líder de vendas entre os SUVs equipados com motor V6 na faixa dos R$ 100 mil. A principal missão dele é mostrar aos consumidores brasileiros que a Chevrolet sabe fazer carros com o que há de mais moderno na indústria automobilística – algo que ficou perdido ante anos de estagnação da maioria dos modelos da linha nacional.

Apesar de ter lançado carros que são referência em seus segmentos, como o monovolume Meriva e a picape Montana, a marca perdeu parte do seu histórico glamour tecnológico ao manter modelos ultrapassados em sua gama, entre eles o Astra, a S10 e a Blazer. E é justamente no lugar das versões mais equipadas da Blazer que entra o Captiva Sport, em duas opções: com tração na dianteira (92,99 mil reais) e tração integral (99,99 mil reais), que começaram a ser vendidas em setembro.

Andamos na versão de entrada do SUV, equipado com o moderno V6 de 3,6 litros, o mesmo que equipa o Omega, com 261 cavalos de potência e 32,95 mkgf de torque, o Captiva ganha velocidade sem hesitar e se mostra ágil nas ultrapassagens.

O câmbio automático de seis marchas faz com que o motor trabalhe em giros baixos, contribuindo para a redução de ruídos. Segundo a Chevrolet, o Captiva faz 8 km/l na cidade e 12,8 km/l na estrada (7,6 km/l e 12,2 km/l; na versão 4x4). O câmbio, aliás, tem opção de trocas manuais que, uma vez escolhida, mantém a marcha solicitada pelo motorista – mesmo quando os giros máximos são atingidos.

Internamente, o utilitário esportivo entrega bom acabamento geral, com painel emborrachado e design limpo e funcional. Destaque para o belo volante revestido de couro e detalhes cromados, que tem regulagem de altura e abriga os controles do piloto automático e do rádio. A segurança é reforçada pela presença de seis airbags (frontal, laterais e do tipo cortina), além de uma rede de contenção de bagagem com várias regulagens no porta-malas (821 litros de capacidade).

Do lado de fora, o design esportivo chama a atenção. Destaque para as rodas de 17 polegadas cromadas e as pequenas saídas de ar laterais com luzes de indicação da seta de direção. A dupla saída de escapamentos e os apliques na parte inferior central dos pára-choques completam o visual esportivo.

Como apelos de venda, além de posicionar o Captiva com preços menores que os concorrentes diretos, a Chevrolet oferece três anos de garantia e se apóia na maior rede de concessionários do Brasil – com mais de 550 pontos de atendimento. São quatro opções de cores (azul, preto, prata e cinza chumbo) e a expectativa de venda gira entre 1,3 mil e 1,5 mil unidades por mês.

Realmente o Captiva inaugura um novo patamar tecnológico nesse processo de reformulação da Chevrolet brasileira, que corre atrás do tempo perdido para recuperar mercado e, principalmente, o pioneirismo nas soluções de vanguarda.

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