25 de janeiro de 2021 Grupo Feitosa de Comunicação
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Saúde

Comunidade tem reações diferentes diante dos agentes de saúde

MÊS DA ECONOMIA COMPER

Ao receber os agentes de saúde  a dona de casa Cristiane Aparecida Constança, moradora na casa de número 10 da Rua Perseverança no bairro Amambaí, demonstrou satisfação. Ela conta que tem três filhos com idades entre cinco e 12 anos e, por isto, se sente tranqüila por ver as duas cachorras da casa receberem o cuidado minucioso por parte da prefeitura. “Quem tem criança em casa precisa estar atento a tudo e eu tenho muito medo da leishmaniose, por isso recebo com prazer os agentes que vêm em casa cuidar da Tita e da Lana. Eles tiram sangue, fazem perguntas, dão a coleira, passam veneno e eu nunca precisei pagar nada por isso”, disse a dona de casa se referindo às duas cachorras sem raça definida de dois anos e de quatro meses.

Mas nem todas as pessoas estão conscientizadas sobre a necessidade do trabalho de prevenção. As agentes Janaína Rossini Pina e Wânia Carvalho Dantas contam que ainda enfrentam dificuldades para registrar os dados dos donos dos animais nas fichas e que até já foram mordidas por animais na frente dos seus donos. “Após muitas explicações, as pessoas passam o número do documento. Quando começamos esse trabalho no ano passado era bem pior, agora com jeitinho e com a divulgação da mídia já melhorou bastante”, admitiram as agentes.

Em 2007 foram registrados 142 casos de leishmaniose em Campo Grande, com sete óbitos. Este ano, até o final do mês de agosto, os números apontam diminuição de incidência em humanos, com 89 casos confirmados e seis óbitos.

Para informações sobre o encoleiramento, o telefone do Centro de Controle de Zoonoses é o 3313-5000 e o 3313-5001.

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TJ MS